O Senhor Tempo…

O tempo vai passando.. ele não pára. Pode haver o que houver, mas ele não pára, não se cansa nunca.

Quando a gente é criança não percebe a passagem do tempo em si. A gente só quer saber de viver da maneira mais simples possível. A gente brinca, dorme, come e a única preocupação é inventar qual será a próxima desculpa para não ir para a escola no dia seguinte (isso no meu caso). Tudo é tão fácil, tão acessível, tão permitido, que fica difícil crescer, atribuir responsabilidades, desenvolver habilidades profissionais, pensar na carreira, agir, fazer acontecer. Nada mais cai no nosso colo, nada mais nos é dado de mão beijada, nada mais é assim tão permitido.

Fico tentando me lembrar quando foi que eu tomei conhecimento que o tempo estava passando. Não consigo me recordar com certeza. Talvez seja quando algo que aconteceu há dez anos atrás seja uma memória ativa. É! aí sim pode ser que a gente esteja envelhecendo, ou que o tempo realmente tenha passado.

Nunca pensei que seria tão estranho assim pensar num futuro. Claro, eu sempre soube que eu um dia me tornaria adulta, teria um emprego, sonhava com a faculdade, entendia a probabilidade alta em ter uma família, filhos, marido… Mas agora, quando essas etapas enfim chegam, é muito medonho imaginar que mais dez anos e eu talvez tenha alcançado tudo isso. Que talvez mais dez anos eu seja mãe, esposa, psicóloga formada, atuante. Enfim, dá certo medo…

Quando o tempo enfim passou, a gente se dá conta de que ele é muito curto, e que se a gente não se apressar e estruturar nossa vida, as coisas se perdem, ficam pra trás. Quanto mais o tempo passa menos tempo se tem para fazer aquilo que sempre planejou. E quando não se planejou absolutamente nada, aí deve realmente ser desesperador. Penso no meu caso, que desde criança jurava de pés juntos que jamais casaria, e muito menos teria filhos. A idéia de independência, liberdade total sempre me fascinou muito. O tempo foi passando e as perspectivas começam levemente se alterar. Você se apaixona pela primeira vez e a sensação boa que isso traz faz com que você comece a enxergar novos caminhos, faz com que você queira conhecer esses novos caminhos. Com o tempo adquiri a idéia de casar. Afinal, não é por casar que eu não terei a liberdade que tanto desejo, certo? O tempo continua passando incessantemente, e alem de casar a vontade de constituir uma família de verdade toma conta. Gerar um filho, ser eu a mãe, eu a responsável em acolher, em proteger, em passar aquela segurança que só um abraço de mãe após um pesadelo dá. Quando você chega nessa etapa, aí lascou tudo mesmo, não tem mais volta. Você espera o tempo passar com aquela angustia em ter que encontrar um alguém que queira também não só ser um marido, como ser um pai. Acredito que seja ai que tudo complica. Achar na mesma hora alguém com o mesmo desejo que você. Aqui talvez a gente entenda que a vida não é o conto de fadas que se sonhou que fosse…

Acredito que eu tenha chegado nessa fase de angustia. A fase em que você percebe que precisaria de muito mais tempo para realizar seus sonhos a tempo, naquele tempo certo dos seus planos. No meu caso, comecei a surtar levemente quando percebi que me formarei com 26 anos. Depois disso, terei que me especializar em algo e não sei mais quantos anos vai nessa etapa. Em seguida tem toda aquela coisa em se firmar cem por cento na profissão, se estabilizar. Percebi que a partir de agora não terei mais um tempo para ver o que acontece. É uma etapa seguida da outra, em uma velocidade incrível. Quando é que terei o tempo para ser A mãe, A esposa? A partir de agora o foco é na profissão, mas e o resto, vem quando? Tudo se mistura? O tempo se divide? E se o homem certo não aparecer até lá, penduro uma placa de ‘procura-se’ no pescoço e espero? E quando é que então serei mãe? Não quero ser mãe depois dos 30. É ou não é de enlouquecer??? É ou não é para pensar que o tempo é realmente valioso?? Nossas atitudes de hoje são a base do futuro, são a base desses dez anos que estão batendo na porta… Só tenho 22 anos, mas no final dessas etapas iniciais já terei quase 30. E aí?

Enfim, talvez eu esteja exagerando e isso seja alguma crise da meia-meia-meia idade. Talvez um desespero sem muito fundamento que faz com que a gente acorde e dê uma sacudida na vida. Faça com que a gente olhe ao redor e se pergunte o que é que estamos fazendo aqui. Qual é nosso papel nisso tudo? Quando é que a vida realmente acontece… ? Ela já começou, a gente que bem provavelmente ainda não se deu conta…

Pense no seu futuro com base no seu passado, e viva seu presente pensando nas consequências que isso trará para o seu futuro, afinal, o futuro está aí, logo à frente e não vai ficar esperando para acontecer. Ele acontece você estando ou não preparado….

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Dar não é fazer Amor…

Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca…
Te chama de nomes que eu não escreveria…
Não te vira com delicadeza…
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar….
Sem querer apresentar pra mãe…
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral…
Te amolece o gingado…
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
“Que que cê acha amor?”.
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho…
É não ter alguém para ouvir seus dengos…
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.

Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar

Experimente ser amado…


Luís Fernando Veríssimo

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Agora ele, Dan Torres..

Poxa, quanto tempo sem passar por aqui. Não gosto disso. Não gosto de perder o fio da meada, de deixar assuntos para trás, de deixar a inspiração escapar.. Tantas coisas já queria ter postado, mas tá faltando tempo, isso sim.

Hoje vim exclusivamente escrever sobre meu encontro com meu ídolo-mor, meu amadíssimo Dan Torres, que aconteceu há mais de um mês, em Campinas. Vamos por parte, pra não perder o costume, certo? haha..

[Dia 23 de Fevereiro de 2010]

Pra quem não sabe, Dan agora segue sua carreira solo, após a separação pessoal e profissional da Cídia. Desde então, um longo processo de gravação do primeiro cd solo estava em andamento. Quando enfim foi confirmado que ele se apresentaria na FNAC (Santa FNAC), eu logo me assanhei, né? Um mês antes da data o Pocket foi anunciado, e foi um mês de lombrigas agitadas, e ansiedade me enlouquecendo.
Chega o grande dia. Eu e meu fiel escudeiro de shows-pockets e afins, meu Pai, saímos de Leme rumo a Campinas por volta das 13h, mais ou menos. Chegando lá, faltando horas e horas pro inicio do pocket, demos uma voltinha básica pelo Shopping Dom Pedro, e nos sentamos bem em frente a loja FNAC… Cara, como eu DETESTO esperar a hora de um show. Como eu detesto mais ainda quando a minha única companhia detesta mais que eu . Meu pai estava realmente impaciente. Fomos tomar um café, que virou dois, lá mesmo dentro da Fnac, na cafeteria que tem lá. Logo após esse café, resolvi já sentar nas cadeiras que ficam em frente ao palco, e por lá fiquei por alguns minutos, fazendo palavras cruzadas, tentando não pensar que ainda faltavam cerca de 4 horas para o pocket. Em alguns minutos começa a chegar um povo que eu já conhecia. Um povo é exagero, eram duas pessoas – Pamela e Mari, de São Paulo. Foi muito bom, pois as horas começaram a passar de maneira mais rápida. Minutos depois, chega o povo do FC Smile. Exagero de novo em dizer povo, pois eram três pessoas haha.. Meu, como fiquei feliz em conhecer essas pessoas. Cariocas da gema (bem, não sei se são cariocas da gema, pois tem esse lance de ser carioca ou fluminense, que eu não entendo muito bem.. mas enfim..), com aquele sotaque que encanta e diverte. Pessoas que são totalmente do bem, pessoas pra não esquecer nunca mais. Claudinha, Tiago e Mãe do Tiago (esqueci o nome, me desculpa haha), pessoas do caralho!

Enfim, após horas de bate papo e risadas, chega assim, como uma pessoa totalmente normal ele, Dan Torres. Entra assim, passeando pela loja, junto com seus três músicos e seu empresário, o Cris – que já converso desde o inicio da dupla praticamente, mas que só conheci pessoalmente nesse dia – um fofo! Dan vem caminhando em nossa direção, cumprimenta nós todos com beijinhos e abraços, assim, de maneira SUPER normal. E o mais incrivel de tudo? É que realmente é normal. Não me sinto uma fã babaca perto dele (nem perto da Cídia, em experiências passadas). Ele se faz, e nos faz sentir pessoas totalmente normais. Depois de beijinhos, ele entra – provavelmente para algum camarim, ou espécie de camarim – e nós continuamos lá fora, conversando, dando risada, e preocupados por só ter a gente até aquela hora. Faltando menos de uma hora pro show, cadê o povo?? Fã que é fã se preocupa com esse tipo de coisa. Aos poucos as cadeiras vão ganhando bundas, e o espaço vai ficando como realmente deveria ficar: CHEIO – Ufa..

Os músicos começam todo aquele processo que eu particularmente ADORO de passagem de som. E minutos depois Dan reaparece, assim mesmo, do nada, sem apresentações, sem frescuras. Senta, faz graça como sempre e dá inicio ao pocket. Eu, como sempre, filmando desde o início.

Eu de verdade AMO esse cd do Dan. Durante toda a carreira da dupla Cídia e Dan eu rezei por um cd desse tipo, e nada. Agora, Dan está podendo mostrar quem realmente é, mostrar o talento que tem como compositor e não só como interprete. Um cd totalmente autoral. Do inicio ao fim só músicas que o próprio Dan compôs. Me sinto muito orgulhosa dele, desse cd, do rumo que a carreira dele enfim está tomando. Ele merece tudo isso. Merece ser reconhecido por todos. O povo todo merece ter o privilégio de conhecer o trabalho dele.

Cerca de 1 hora de show (afinal é um pocket show – como o próprio Dan sempre diz, um show que cabe no bolso – pocket em inglês é bolso para os desinformados), ele diz que vai ficar para autógrafos, conversas e mais beijinhos.. Espero o povo fazer isso, e fico quase por último (dessa vez o povo do FC roubou minha posição de último lugar hehehe, mas por uma boa causa). Na minha vez, como sempre, levei o cd para ser autografado (apesar dele já estar autografado – autógrafo nunca é demais hehe), e ele na hora de escrever meu nome na dedicatória diz:

- Não fala seu nome, eu acho que eu lembro.  É Thais, né?? E com H, certo?

Hahahahhaha.. Eu sou ou não uma pessoa MUITO CAGADA?? Todos os meus ídolos me pregam peças desse tipo, e eu toda vez quase tenho um infarto perante eles.  Dei risada e confirmei o acerto dele.

- E acho também que lembro seu sobrenome. É, M A R C H I (falou soletrando letra por letra). É isso, né??
Nem preciso falar nada, né???

Ai eu disse que tava certo e ele ficou feliz por ter acertado. Disse que sem a Cídia tem se esforçado o dobro pra lembrar o nome de todos os fãs, já que era ela quem sempre se lembrava de todos. Tá se saindo muito bem ele, nénão??

Enfim, após esses momentos de quase parada cardiaca, conversamos um pouco, tiramos foto – gracinhas rolaram nessa hora ahaha – e meu pai se aproximou. Meu pai, com toda a sua veia inata de empresário começou a falar que em Leme tem um lugar que é a cara dele se apresentar, e coisa e tal e tal e coisa, e o Cris também se aproxima. Cris fala:

- Ah, a gente se conhece, né? Nos falamos sempre por MSN. É Thais de Leme, né?

Ou eu sou MUITO CHATA, ou sou muito gente boa, pro povo se lembrar sempre de mim hehehehee.. Prefiro ficar na dúvida haha.

A conversa então fica mais voltada ao Cris e ao meu pai. Dan e eu naquela hora viramos apenas expectadores hehe. Cartão de visita da produtora que Dan faz parte entregue ao meu pai e alguns minutos de possibilidades de um show por aqui,  dou mais beijinhos e abraços (tenho que falar, Dan agora sem a Cídia abraça MUITO mais apertado e gostoso que antes) nele, já que não sou tonta nem nada, me despeço do Cris e saio. Vou até uma das cadeiras para guardar a máquina e o cd, e nisso o pessoal do FC começa a sessão palhaçada com Dan. Eles são praticamente íntimos, então, tudo é muito natural. Não consigo ir embora, e meu pai percebendo isso diz por conta que a gente ficasse mais um pouco ali observando. Depois de fotos inusitadíssimas do FC, o pessoal faz um video do Dan cantando a música ‘Uma Noite Só’, de forma bem acústica, somente com o violão de Nani Palmeira (músico exemplar que acompanha Dan). Uma coisa bem intimista, muito bacana. Enquanto eles gravam o video, fico ali no fundo olhando e conversando com o Cris. Muitooo gente boa ele. Devo muito da minha proximidade com Cídia e Dan a ele, que sempre me ajudou, me atendeu de forma muito respeitadora, muito humana. o Cris é FODA!

Enfim, tempinho depois resolvemos ir. No meio do caminho meu pai tem a idéia de perguntar pro pessoal do Rio se não querem vir pra Leme com a gente, ja que no dia seguinte eles iriam para Ribeirão Preto, num outro pocket do Dan. Voltamos… Conversamos com eles, e eles já haviam pago a diária no hotel em Campinas. Essa volta nos rendeu mais alguns minutos de prosa com o Cris. Agora fomos MESMO embora.

EU AMO, AMO AMO AMO AMOOOOO viajar pra shows com meu pai. Nossa relação fica num nível que jamais ficaria, mesmo nos melhores dias, numa rotina normal. Há uma ligação MUITO forte entre a gente nessas viagens. Ele não assume, mas ele gosta de todos os meus ídolos. Ele adora me acompanhar nesses shows hehee. Adoro pegar pista só com ele. Conversar sobre um monte de coisa. Aprender sobre tantas coisas.. AMO de paixão parar nos GRAAL da vida pra comer com ele.. Enfim, minhas aventuras idolátricas sempre são mais que perfeitas por conta da minha companhia. Sei da sorte que tenho em ter esse meu pai como pai. Ele é foda!!!

Acho que é isso. Mais um encontro idolátrico registrado. Sou muito feliz por ter os ídolos certos. Por ser tão realizada por eles. Sou muito grata por tudo…

Em breve espero voltar com novas datas de shows. Parece que em Setembro tem pocket da Luciana Andrade – TOMARA!

Vale uma pequena observação:  Pra quem não sabe, a música tema do casal principal de Malhação ID, ‘I Can’t Live Without Your Love’, é interpretada por Dan! Dan tá virando modinha entre os adolescentes hehehe. Linda música.

Seguem  fotos do dia.

Cada vez me apaixono mais por ele. Pela pessoa incrível que ele é. Pelo artista que o mundo ainda vai ouvir muito falar. =)

Dan e Eu =D

Dan comemorando os acertos do meu nome. LINDO, né?? =D

Autógrafo no CD

Pamela (SP), Mari (SP), Tiago (RJ), Claudia (RJ) e Eu


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Misterioso olhar

Ah, esse garoto.. que me tira do eixo, que me faz pensar tantas coisas doidas, que me faz suspirar. Ele tem todo aquele mistério escondido no olhar, e não saber quem ele realmente é me fascina ainda mais. Aquele joguinho todo de olhares, de sorrisos mal dados… é, isso me encanta. Ele me encanta.!

Meus dias são tão mais divertidos e agradáveis depois dele. Depois de todo esse suspense, de todo esse frio na barriga. Ele é o típico caso de novela. Está onde estou, estou onde ele está.. e nós nem ao menos nos conhecemos.. Esse ritmo já existe há um bom tempo, e ainda não perdeu todo o charme, todo o lance sexy que existe ali, que é tão gostoso..

Me perco olhando o conjunto completo e perfeito que ele é. O que será que existe por de trás de toda aquela carcaça de bom físico e cara de menino mau? Será que realmente toda essa ‘maldade’ aparente existe? Sinceramente acho que não. Por de trás disso, deve existir um poço de doçura e gentileza. É o que seus olhos me dizem, e é o que desejo que seja, é como espero que realmente seja, praí sim tudo ser perfeito. Bom, mas se não for nada disso, tudo já terá valido a pena, pois aquele sorriso que raramente aparece, fazendo com que os olhos se fechem e o piercing no queixo se destaque, faz com que tudo seja lindo.

Enfim, não sei quem ele é. Não sei de onde vem e nem pra onde vai. O que sei é que ele me encanta, desperta em mim um lado meu que poucas vezes surge, e do qual eu gosto tanto.
Nem sempre precisamos viver um grande amor, uma intensa paixão. Às vezes, esse colírio que surge do nada só pra trazer benefícios a nossa visão, já basta. E no momento, isso me basta, pois nada é tão divertido e marcante quanto olhar aqueles olhos misteriosos enquanto os mesmos me olham..

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Adeus 2009!!

Uau, último post do ano. Quem mais acha que esse ano Voou?? Praticamente quase nem o vi passar. E que venha 2010…

2009 pra mim foi, digamos, um bom ano. Nenhuma grande reclamação, não. Até acho que seria um pouco injusta se tivesse. Foi 100% bom?? Claro que não. Não mesmo. Mas jogando tudo na balança, as coisas boas superam, com certeza.

Vamos começar do começo… Se eu esquecer algo ou alguém, desde já peço sinceras desculpas..

A primeira grande coisa do ano: FACULDADE. Poxa, quem me conhece sabe o quanto eu sonhava com isso. Estar cursando Psicologia é sem duvida uma meta mais que alcançada. Me encaixei, me achei.. Eu estava perdidinha, e a facul me trouxe, de certa forma, de volta. Pessoas incríveis, professores tão especiais, e um conteúdo que realmente me atrai demais.. É daí pra melhor, sem duvida.. Daqui 4 anos, serei uma feliz e capaz (se Deus quiser) psicóloga..

Estive pela primeira vez com a queridíssima Fantine Tho. Talvez o único sonho de fã que me restava realizar, e sou muito agradecida por ter conseguido realiza-lo. Acho que poucas vezes me senti tão realizada, tão completa na vida. Estar frente a frente com ela, olhar aquele olhar tão lindo, aquele sorrisão tão de Fanta, foi a sensação mais louca do mundo..

Reencontrei uma grande (não no tamanho hehe) pessoa, que fez parte de uma linda época da minha vida, e que não via há séculos. A Patyjeca foi minha melhor amiga em tempos de Queiroz Filho, e desde que ela me abandonou pra ir pra outra escola, que nossa amizade foi espontaneamente se distanciando. Esse ano eu tive a grata surpresa de reatar esses laços, e com certeza absoluta, foi uma das melhores coisas do meu ano. Minha vida é muito mais divertida com ela do meu lado, fazendo parte da minha rotina, da minha historia outra vez.. Amo você, Cocozinha.. hehe

Estive mais uma vez com meu querido amigo, meu companheirão, Davis. Como é bom estar com esse menino, viu? Me renova.. O amor que sinto por ele é imensurável.. E a familia dele.. Já sinto que é praticamente um pouco minha também. Eles são todos incríveis, adoraveis – gosto muito, de verdade.. Já escrevi isso aqui uma vez, mas vale repetir. O Davis é aquela pessoa que conhece todos os meus defeitos, atura todas as minhas crises, e ainda assim termina o dia dizendo que me ama.. Da pra não amar?? È pra sempre, viu Amor?? PRA SEMPRE…

Outras pequenas-grandes coisas, que fazem com que os dias sejam mais completos…
todos que eu amo estão bem, vivos, e saudáveis. Mantive a amizade com todos meus queridos amigos, por mais que estejam distantes, o sentimento prevalece, a boa convivência prevalece, e é isso que me basta pra ser feliz. Amo cada um dos meus amigos como partes de mim, mais ainda… Big (minha irmã de coração, minha tudo), Paty, Mari, Fer (talvez a grande surpresa do meu ano – surpreendentemente incrível, e já amo como amiga das antigas), Danilo (o da Big, pra não haver confusão com um outro Danilo hehe – aprendi a amar como um irmão), Loira, Ferzinha, Xuxuzão, Prima (minha ouvinte e conselheira mais linda), Kikow’s (meu eterno amigo-irmão-idolo.. o cara mais foda do mundo), Ninininho-Junior (cada vez mais querido, mais importante, aquele que me infla o ego, que surge sempre que preciso.. aquele que o sentimento só cresce, a cada dia, a cada sorriso – o mehor abraço do mundo…)…..
Ai gente, se eu for ficar colocando todos que me completam, o post será só sobre isso.. Tem muito mais gente.. A todos que fazem parte da minha vida, sintam-se todos amados, de verdade.. Aos velhos e novos amigos, meu muito obrigada, mesmo!!!
Não posso esquecer do grande tratamento que fiz contra as malditas acnes. Por longos 6 meses fiz uso do medicamento ROACUTAN, que me fez privar de muitas alegrias da minha vida nesse período, mas que compensou de uma maneira extraordinária. Praticamente sem espinhas e cravos na cara. O tratamento acaba agora dia 01 de Janeiro, pra começar bem o ano. Em fevereiro, já posso voltar a beber, a comer sem me preocupar se aquilo pode ou não, e ate posso engravidar sem medo de ter um bebe deformado hehehe – e a vida volta ao normal… EBAAAAA.!

Enfim, foi um ano muito agradável, sim. Não exatamente como eu planejei em 2008, mas um ano que termina bem..

Pra 2010 ficam algumas metas que desejo cumprir. Não vou enumerá-las, não. Muitas vezes elas nem chegam perto de serem alcançadas, e então prefiro guarda-las comigo. Se der, ótimo, senão, fica pra 2011 hehee.

Deixo meu sincero desejo que todos sejam Felizes, realizados e gentis. Que todos olhem um pouco além do próprio umbigo. Que façam o bem sem olhar a quem. Que cuidem do nosso mundo com mais carinho… Que sejam sinceros e verdadeiros com quem está a seu redor, pois o sentimento do outro deve valer tanto quanto o seu.

É isso. Um Feliz Ano Novo a todos. Todas as esperanças renovadas, e a crença de que tudo irá melhorar. Isso nunca é demais. E não só desejar, e sim correr atrás daquilo que realmente se deseja..

Luz, Sorrisos e Verdade em 2010
Fiquem bem.. SEJAM FELIZES…

Obrigada a todos que passaram por aqui em 2009. De verdade… A estatística do blog é surpreendente…

Beijo grande em todos.

FELIZ 2010!! O Ano…

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Quando tudo mudou..

Sabe seu Moço, eu fico aqui pensando o porquê de tudo isso. Houve um tempo em que era normal estar perto de você, você era normal, um mero Moço-Bonito. Hoje em dia, não sei explicar, mas só o fato de pensar em você, falar com você, estar com você, provoca euforia nas borboletas que cultivo no estômago. Não consigo entender o porquê dessa mudança, o porquê é tão inevitável não manter meu estado de espírito normal perto de você, ou quando penso em você. Tudo parece tão imensamente exagerado e fora do comum. Eu paro pra pensar e não consigo encontrar motivo pra sentir tudo isso..

Ah, pode até ser que eu saiba, sim. Isso tudo deve ser aquele tal sentimento que muitos dizem que existe. Um sentimento que poucos conseguem descrever ou entender. Deve ser porque eu adore tudo em você, ou quase tudo. Deve ser porque eu me encanto com os seus olhos fechadinhos quando você sorri, ou com o fato de você ficar passando constantemente as pontas dos dedos em você mesmo. Deve ser porque eu ache uma graça quando você faz graça, ate mesmo as graças sem-graça. Pode ser também pelo fato de eu esquecer do mundo quando te abraço, e mais ainda quando você me abraça. Também seja bem provável que isso se deva ao fato de eu me perder intensamente quando te olho nos olhos, e enxergo todo seu ser ali. Deve ser porque eu me arrepio da cabeça aos pés, sempre que suas mãos me tocam.. Toda essa ‘inexplicalidade’ deve ser por eu me sentir segura quando estou perto de você e por querer que nunca vá embora. Uma vez você já se foi, e parecia ser pra todo o sempre. Nunca foi tão difícil viver.

Você faz com que todas as borboletas se excitem dentro de mim. Elas fazem festa diariamente, e não me deixam sossegar, não me deixam dormir, não me deixam parar de pensar em você. E pensando em você eu instantaneamente as atiço novamente, e isso acaba virando um ciclo vicioso que parece não ter fim. E eu não sei se quero realmente que tenha um fim.

Tudo isso é tão alem do que eu possa querer que se torna impossível me culpar.  Se eu mandasse nesse meu rebelde coração, certamente você voltaria a ser apenas o Moço-Bonito, aquele que não causava o mínimo impacto em mim. Mas agora que tudo mudou, como eu faço pra conseguir estar perto de você sem ter a imensa vontade de te beijar? Sem querer seu corpo no meu, sem querer falar tudo o que minha emoção traz à tona e a razão impede que se torne ‘ouvível’? Como fazer para acalmar as borboletas aqui dentro se tudo isso que eu sinto é tão imenso e verdadeiro? Eu tenho mesmo, mesmo que impedi-las de voar? Eu não quero que parem. É bom senti-las… mas elas complicam demais, pois não me deixam ser racional o bastante pra voltar a te ver apenas como o Moço-Bonito.

Enquanto nada parece ter uma breve solução eu continuo aqui. Eu, minhas borboletas e o tempo. Dizem que o tempo é o senhor da razão, né? Espero que ele seja bem razoável comigo, com as borboletas e com esse sentimento que não se consegue explicar….

“Every Night and day I’m gonna love you, over and over… Dia e noite, sem parar…”

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Ele…

Ele me agrada de tantas formas, maneiras, estilos e posições, que fica difícil não soltar um sorriso bobo nos lábios quando penso nele. Eu poderia ficar olhando pra ele durante todo o meu dia, sem nem ver a hora passar, sem nem me importar em não fazer mais nada, além de ficar ali, olhando-o.
Quando ele passa por mim, sinto que cada pelo do meu corpo se arrepia e a mente instantaneamente pensa mil bobagens-boas. Quando ele fala comigo, me sinto mais mole, me sinto mais besta, me sinto mais feliz.
Ele tem um olhar tão profundo que me penetra, que me enfeitiça, me paralisa. Suas mãos são capazes de me levar ao delírio, seus dedos tão bem desenhados, tão bem alinhados, tão bem-capazes de ir alem, de ir até. Seu cabelo tão lisinho, seu sorriso tão maroto, tão menino, tão sedutor. O seu corpo todo, feito brinquedo, me fazendo parecer uma criança doida pra brincar ali, brincar de tudo, brincar em tudo, explorar cada parte daquele pedacinho de felicidade.
Ele me faz sentir mulher, me faz sentir orgulho em ser mulher, em saber ser mulher, em querer ser mulher.
Quando comigo ele está, nem o tempo, nem nada ao redor faz sentido ou tem importância. Ele é minha figura que nunca se alterna com o fundo. Ele me ocupa todo o foco, toda a gana, toda a fome, toda a cama.
Ele me faz querer gritar pro mundo todo o quanto é bom amar.

É ele que me completa, me satisfaz, me faz sentir viva, me faz querer mais, ser melhor. É ele que me faz suspirar sem grandes motivos, a não ser pelo fato dele ser ele. Ele é o que faz minha vida ser mais colorida, ele que me faz transpirar emoção por todos os meus poros e todos os meus risos. É só ele a quem eu quero todo o bem do mundo. São só os beijos dele que surtem esse efeito de droga alucinógena, me fazendo imaginar coisas, sentir coisas.. Meu primeiro e último pensamento do dia..

Ele é meu homem, e pra sempre será.. Essa é minha certeza, ele é meu final feliz!!!

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Ela…

Ela é a típica menina sonhadora-sensata. Ama descontroladamente, mas pondera cada sentimento com toda a força que pode. Ela sabe que nem tudo são flores, mas tenta a qualquer custo cultivar seu próprio jardim.
Há tempos, ela se apaixonou pelo Moço-Bonito, de cabelos lisinhos e sorriso maroto. Um menino de pele branquinha, de olhos profundos, de jeito meigo e ao mesmo tempo firme, forte, intenso.
Quando esse sentimento começou, ela se perdeu loucamente, pois jamais havia pensando em sentir tudo aquilo. Ela levou tempo para se acostumar, e para entender o que aquele turbilhão de sentimentos significava. Quando ela conseguiu assimilar tudo, borboletas, mariposas, passarinhos e afins voavam pelo seu estômago. As noites se faziam mais longas, ela mal conseguia dormir, imaginando mil coisas, idealizando mil encontros, desejando freneticamente cada pedacinho do corpo, da alma, da essência dele. Nunca havia sentido aquilo antes.
Ela não sabe o que fazer, o que falar, como agir. Não sabe se toma alguma iniciativa ou se fica quietinha, na dela, e espera o tempo dizer a coisa certa a se fazer. Ela quer agir, ela quer gritar pro mundo todo o quanto ama o Moço-Bonito, mas se cala. Se cala por medo, por insegurança, talvez.
O desejo dela é correr o risco, se arriscar, chegar junto. O desejo dela é viver uma linda historia de amor, um belo conto de fadas. O desejo dela é estar nos braços dele, sentir o seu calor, a sua transpiração. Ela quer dormir encostada em seu peito, passar a noite toda conversando, sentindo sua respiração de perto, lhe fazer um carinho inesperado. Ela quer um amigo-homem. Um amigo pra confidenciar todo e qualquer segredo, pra deitar no colo e não sentir medo do mundo.. E ela quer um homem para poder ser a mulher que verdadeiramente é. Essa é a única certeza que não amedronta. Ela o quer. Ela o deseja. Ela sabe o quê e como fazer, só não sabe se pode.

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Esse tal sentimento…

Sabe, eu tentei durante todo esse tempo seguir minha vida e, definitivamente deixar de lado todo esse sentimento que explode no meu peito. Desde o inicio eu sabia que não conseguiria esquecer você, esquecer esse amor, mas tentei, com todas as forças que existem em mim, deixar isso guardado em um cantinho isolado do meu peito, e tentar, de qualquer maneira, viver sem você. E quando todos me diziam que com o tempo isso tudo passaria, eu tentei acreditar, mas hoje vejo que tudo isso é uma grande mentira. O tempo continua passando e aqui dentro, o cantinho isolado do meu peito que reservei pra te guardar, continua ganhando espaço e invadindo todos os outros cantos do meu peito, me sufocando, me entristecendo, me enlouquecendo de um jeito inexplicável.

Eu não quero te esquecer, e nem esquecer nossa historia, mas por um minuto apenas, gostaria que esse sentimento não ocupasse tanto espaço em mim, que não invadisse todos os meus cantos, e transpirasse por todos os meus poros. Eu queria por um minuto, não sentir essa tristeza, essa falta tão imensurável que você me causa.

Eu detesto o fato de desejar um abraço seu e não conseguir nem ao menos chegar perto de ti. Eu odeio lembrar do seu olhar e não poder olhá-lo de perto. Eu realmente odeio essa saudade que ficou. E segundo o que li em algum lugar, ‘saudade é o amor que fica’, e é ridículo a quantidade de amor que ficou em mim.
Se eu pudesse encontrar um meio de te trancar em um canto qualquer da minha mente, e te fazer não vir à tona cada vez que aquela música toca, cada vez que eu vejo aquela foto, cada vez que eu respiro… seria mais fácil viver.

Por que será que o Amor tem dessas coisas?? Por que tem que ser assim tão injusto? Por que sofrer por amor? Isso parece tão.. sei lá, tão o oposto do que deveria realmente ser. Não deveria ser permitido amar sozinho. Não deveria ser permitido derramar uma lágrima sequer por um amor não correspondido.
Não é desumano demais desejar uma pessoa do seu lado, um abraço, um beijo, sentir o cheiro, pegar na mão, olhar nos olhos, de alguém que ta tão distante? De alguém que nem sequer pensa em você? De alguém que simplesmente não se importa?… Não acho que isso seja justo.

Eu não sei. Não sei de muita coisa que gostaria de saber. Sinto muita coisa que não gostaria de sentir nessa circunstância, sozinha. É um sentimento tão amedrontador, um vazio tão imenso.. É uma dor tão profunda, que chega a ser surreal que isso possa realmente existir. Às vezes penso que é um castigo dos céus isso tudo. Por toda minha vida sempre achei ridículo quem se dizia sofrer por amor. Sempre achei que nunca iria me apaixonar perdidamente por um homem, que isso era exagero, besteira.. O que posso dizer? Bem feito pra mim, né? Bem feito..

Fico me perguntando se um dia eu vou conseguir sentir toda aquela felicidade outra vez. Será que um dia um novo amor chega? Será que um amor antigo um dia desaparece de verdade? Será que beijos e carinhos voltam a ser mais que simples beijos e carinhos, voltam a ter paixão? Será??? SERÁ?

No meio dessas dúvidas todas, misturadas com toda essa dor, a única coisa que realmente sei é que “o amor só é bom quando é pra dois”, do contrario, melhor mesmo é não amar.

***

Segue a letra e o vídeo da nova música do Dan Torres. Ele, que incrivelmente escreve e canta as trilhas sonoras da minha vida. Primeiro com ‘Esse Amor’ e agora com ‘Uma noite só’.. São meus sentimentos, minha história de amor contada e cantada por ele..

Uma Noite So (Dan Torres)
Composição: Dan Torres

Não quero mais o amanhecer
Acordar essa dor sem você do meu lado
Tem tanto que me faz te ver
E lembrar que agora eu to só

Alguém apagou a chama
E sem a luz, a noite me devora
Tem espaço demais na cama
Fecho os olhos e tento te encontrar

Por uma noite só
Eu quero tanto te lembrar
E me perder de novo
Mais uma vez no teu olhar
Por uma noite só
Voltar o tempo pra sentir
Você aqui

Não quero mais o amanhecer
Ver o dia chegar sem você do meu lado
Ouvir a sua voz chamar
E lembrar que agora eu to só

Dizem que com o tempo
Tudo passa e a vida se acerta
Mas eu não to vendo nada
Tempo passa e só quero te encontrar

E eu não quero mais chorar
Vou pra onde for
Pra ter você perto de mim
Eu não consigo te deixar
Eu não sei viver assim

Vídeo por Denise

 

 

 

 

 

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O Fim de uma E.R.a

Oi Pessoas e não pessoas.

Hoje (depois de um bom tempo, eu sei), vim postar sobre algo que é sempre muito difícil pra mim: O final de um seriado.
Eu sei, juro que sei que isso é patético e que a maioria não acredita como isso possa ser importante na vida de alguém, mas infelizmente ou felizmente, não sei, é importante pra mim.
Sou uma pessoa digamos que, um pouco viciada por seriados, principalmente americanos. Assisto a praticamente todos, mas em toda a minha historia como telespectadora assídua desse tipo de trabalho, dois sempre foram as minhas grandes paixões: Gilmore Girls e E.R (mais conhecido como Plantão Médico).
Quando Gilmore acabou (depois de 7 temporadas, ou seja, 7 anos) fiquei arrasada. Foram 7 anos em que toda semana, sagradamente as quintas feiras, eu largava tudo o que estava fazendo e às 20h em ponto, só me preocupava em assistir as divertidíssimas Lorelai e Rory Gilmore. Cara, como eu me divertia com elas. Quando anunciaram o fim da série, fiquei realmente abalada, pois afinal, foram 7 anos com a mesma rotina, com a mesma expectativa e agendamentos para assistir. Quando acaba a gente pensa ‘E agora? O que serão das minhas quintas?’..

O mesmo aconteceu com ER hoje (Ontem, pois já passam da meia noite). Assisto a serie desde que me conheço por gente. Acredito não ter assistido desde o inicio na mesma época em que passou, mas pelo menos, assisto há uns 12 anos, desde quando passava na Globo, com o nome de Plantão Médico. Foram 15 tempordas – 15 anos de uma série no ar, um estouro de sucesso, de audiência, de fãs, de boas historias, interpretadas por excelentes atores.
Acredito ter assistido a todas as 15 temporadas, e é impossível não se apegar, não se apaixonar por isso, pelas personagens, pelos atores, pela trama. Como aconteceu com Gilmore, eu também sagradamente assistia semanalmente a ER. Se não dava pra assistir no horário original (às 22h – recentemente), eu obrigatoriamente assistia a reprise.
Hoje a série chegou ao seu fim. Eu sei que essa tristeza que eu sinto vai passar, ou pelo menos diminuir, mas é estranho pensar que quarta que vem não terei ER pra ver. É estranho pensar que depois de tantos e tantos anos, a rotina irá mudar. Ta, ta bom, é só um seriado – mas pra mim é parte da minha vida. Eu cresci assistindo.

Excepcionalmente hoje, o episódio teve duas horas de duração, e mais uma retrospectiva de uma hora dos anos anteriores, com a participação de alguns dos antigos atores e atrizes que participaram da trama comentando. Acho que essa retrospectiva em si foi mais emocionante que o episódio final. Como foi bom revê-los. Como mudaram. Como envelheceram – especialmente o ator Anthony Edwards (Dr. Mark Green), muito, muito diferente, o que mais se modificou.
Rever a Dra. Weaver, a Corday, a Susan.. nossa, trouxe lembranças agradabilíssimas, de uma época mais agradável ainda. Ainda mais rever a Maura Tierney (Dra. Abby Lockhart – minha eterna personagem preferida)…

Originalmente, cada episodio tinha como abertura cenas do seriado, enquanto os atores eram apresentados. De uns tempos pra cá essa abertura foi retirada, e somente aparecia o nome da série, em frações de segundos. Hoje, isso me emocionou muito, pois colocaram a abertura original. Arrepiou todos os pelos do corpo.
Alguns personagens que já saíram da serie participaram desse ultimo episodio, como por exemplo, Laura Innes (Dra. Kerry Weaver), Sherry Stringfield (Dra. Susan Lewis), Eriq La Salle (Dr. Peter Benton), Alex Kingston (Dra. Elizabeth Corday), Hallee Hirsh (Rachel Green – filha do Dr. Mark Green)… enfim, rever todos esses grandes, foi demais.
Ah, uma coisa que foi muito bacana, e que me pegou de surpresa, foi o fato de nesse último episodio ter a participação da atriz Alexis Bledel, que interpretou a Rory, em Gilmore Girls. Incrível como ela em qualquer papel não deixa de ser a Rory hehehe. Adorei.
Enfim, o ultimo episodio marca o fim de uma ERa na minha vida. Vai ser estranho me acostumar. Até não comprar, ou baixar, ou ter de alguma forma todas as 15 temporadas em dvd não vou sossegar hehe. O fim foi do jeito que se deveria ser, com uma grande emergência chegando ao hospital, e todos os médicos e enfermeiras mobilizados para o atendimento. A imagem de todos esperando as ambulâncias na porta do hospital é eterna.

Queria escrever muito mais sobre isso, mas sei lá, é tanta coisa que não sei por onde começar, então, pra não irritar quem resolver ler isso, vou parando por aqui. Todas as sensações e emoções que tenho sobre ER estão bem guardadas dentro de mim, e nem se eu conseguisse colocar em escrita o povo não entenderia.
Foi bom enquanto durou. Foi ótimo enquanto durou, e acredito que jamais, nenhuma série criada chegará aos pés do que foi ER.

Principais atores/médicos da série:
Anthony Edwards – Dr. Mark Greene (I – VIII)
George Clooney – Dr. Doug Ross (I – V)
Noah Wyle – Dr. John Carter (I – XI)
Julianna Margulies – Head Nurse Carol Hathaway (I – VI)
Gloria Reuben – Jeanie Boulet (II – VI)
Laura Innes – Dr. Kerry Weaver (III – XIII)
Maria Bello – Dr. Anna Del Amico (IV)
Alex Kingston – Dr. Elizabeth Corday (IV – XI)
Kellie Martin – Lucy Knight (V – VI)
Paul McCrane – Dr. Robert Romano (VI – X)
Goran Visnjic – Dr. Luka Kovac (VI – XIII)
Maura Tierney – Abby Lockhart (VI – XV)
Michael Michele – Dr. Cleo Finch (VI – VIII)
Erik Palladino – Dr. Dave Malucci (V – VIII)
Sherry Stringfield – Dr. Susan Lewis (I – III, VIII – XI)
Ming-Na – Dr. Jing-Mei Chen (VI – XI)
Sharif Atkins – Dr. Michael Gallant (VIII – X)
Mekhi Phifer – Dr. Gregory Pratt (IX – XV)
Linda Cardellini – Samantha Taggart (X – XV)
Parminder Nagra – Dr. Neela Rasgotra (X – XV)
Eriq La Salle – Dr. Peter Benton (I – VIII)
Shane West – Ray Barnett (XI – XIII)
Scott Grimes – Dr. Archie Morris (XII – XV)
John Stamos – Dr. Tony Gates (XIII – XV)
David Lyons – Dr. Simon Brenner (XV)
Angela Bassett – Dr. Cate Banfield (XV)

Seguem imagens do seriado. Ai que aperto no peito!!!

Até mais.
=)

Temporada 1
1ª Temporada: Drs.:  Susan Lewis, Mark Green, John Carter, Doug Ross, Peter Benton e Enfermeira Carol Hathaway

2ª Temporada: Drs.: John Carter, Susan Lewis, Mark Green, Carol Hathaway (enfermeira), Doug Ross, Jeanie Boulet e Peter Benton

2ª Temporada: Drs.: John Carter, Susan Lewis, Mark Green, Carol Hathaway (enfermeira), Doug Ross, Jeanie Boulet e Peter Benton

3ª Temporada: Drs.: Mark Green, Jeanie Boulet, Doug Ross, John Carter, Susa Lewis, Kerry Weaver, Carol Hathaway (enfermeira) e Peter Benton

3ª Temporada: Drs.: Mark Green, Jeanie Boulet, Doug Ross, John Carter, Susan Lewis, Kerry Weaver, Carol Hathaway (enfermeira) e Peter Benton

4ª Temporada: Drs.: Elizabeth Corday, Kerry Weaver, Peter Benton, Doug Ross, Mark Green, Carol Hathaway (enfermeira), Jeanie Boulet, John Carter e Anna Del Amico

4ª Temporada: Drs.: Elizabeth Corday, Kerry Weaver, Peter Benton, Doug Ross, Mark Green, Carol Hathaway (enfermeira), Jeanie Boulet, John Carter e Anne Del Amico

 

5ª Temporada: Drs.: Lucy Knight, Jeanie Boulet, John Carter, Mark Green, Peter Benton, Doug Ross, Carol Hathaway (enfermeira), Elizabeth Corday e Kerry Weaver

5ª Temporada: Drs.: Jeanie Boulet, Lucy Knight, John Carter, Mark Green, Peter Benton, Doug Ross, Elizabeth Corday, Carol Hathaway (enfermeira) e Kerry Weaver

 

6ª Temporada: Enfermeira Carol Hathaway, Drs.: Kerry Weaver, Luka Kovac, Robert Romano, Jeanie Boulet, Cleo Finch, Mark Green, Elizabeth Corday, Lucy Knight, Peter Benton e John Carter

6ª Temporada: Drs.: Kerry Weaver, Carol Hathaway (enfermeira), Luka Kovac, Robert Romano, Jeanie Boulet, Mark Green, Cleo Finch, Elizabeth Corday, Peter Benton, Lucy Knight e John Carter

7ª Temporada: Drs.: Robert Romano, Jing-Mei, Elizabeth Corday, Abby Lockhart (ainda enfermeira), Mark Green, Peter Benton, John Carter

7ª Temporada: Drs.: Robert Romano, Jing-Mei, Elizabeth Corday, Abby Lockhart (ainda enfermeira), Mark Green, Peter Benton, John Carter, Cleo Finch, Dave Malucci, Karry Weaver e Luka Kovac

8ª Temporada: Drs.:

8ª Temporada: Drs.: Elizabeth Corday, Robert Romano, Jing-Mei, Cleo Finch, Mark Green, Luka Kovac, John Carter, Abby Lockhart (ainda enfermeira), Peter Benton, Susan Lewis e Kerry Weaver

9ª Temporada: Drs.:

9ª Temporada: Drs.: Robert Romano, Michael Gallant, Abby Lockhart (ainda enfermeira), Susan Lewis, Luka Kovac, John Carter, Elizabeth Corday, Kerry Weaver, Gregory Pratt e Jing-Mei

10ª Temporada: Drs.:

10ª Temporada: Drs.: Abby Lockhart (já médica), Greg Pratt, Robert Romano, Kerry Weaver, Elizabeth Corday, Luka Kovac, John Carter, Samantha Targgat (enfermeira), Michael Gallant, Jing-Mei, Susan Lewis e Neela Rasgotra

11ª Temporada: Drs.:

11ª Temporada: Drs.: Kerry Weaver, Neela Rasgotra, Susan Lewis, Greg Pratt, Abby Lockhart, John Carter, Luka Kovac, Sam Targgat (enfermeira), Ray Barnett e Jing-Mei

12ª Temporada: Drs.:

12ª Temporada: Drs.: Greg Pratt, Kerry Weaver, Archie Morris, Luka Kovac, Abby Lockhart, Ray Barnett, Neela Rasgotra e Sam Targgat (enfermeira)

13ª Temporada: Drs.:

13ª Temporada: Drs.: Neela Rasgotra, Archie Morris, Tony Gates, Luka Kovac, Abby Lockhart, Greg Pratt, Sam Targgat (enfermeira) e Ray Barnett

14ª Temporada: Enfermeira Sam Targgat, Drs.:

14ª Temporada: Drs.: Sam Targgat (enfermeira), Archie Morris, Tony Gates, Abby Lockhart, Luka Kovac, Greg Pratt e Neela Rasgotra

15ª Temporada: Enfermeira Sam Targgat, Drs.:

15ª Temporada: Drs.: Sam Targgat (enfermeira), Archie Morris, Tony Gates, Neela Rasgotra, Simon Brenner e Cate Banfield

Vão deixar saudades….

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