Arquivo para Thya

Quando tudo mudou..

Sabe seu Moço, eu fico aqui pensando o porquê de tudo isso. Houve um tempo em que era normal estar perto de você, você era normal, um mero Moço-Bonito. Hoje em dia, não sei explicar, mas só o fato de pensar em você, falar com você, estar com você, provoca euforia nas borboletas que cultivo no estômago. Não consigo entender o porquê dessa mudança, o porquê é tão inevitável não manter meu estado de espírito normal perto de você, ou quando penso em você. Tudo parece tão imensamente exagerado e fora do comum. Eu paro pra pensar e não consigo encontrar motivo pra sentir tudo isso..

Ah, pode até ser que eu saiba, sim. Isso tudo deve ser aquele tal sentimento que muitos dizem que existe. Um sentimento que poucos conseguem descrever ou entender. Deve ser porque eu adore tudo em você, ou quase tudo. Deve ser porque eu me encanto com os seus olhos fechadinhos quando você sorri, ou com o fato de você ficar passando constantemente as pontas dos dedos em você mesmo. Deve ser porque eu ache uma graça quando você faz graça, ate mesmo as graças sem-graça. Pode ser também pelo fato de eu esquecer do mundo quando te abraço, e mais ainda quando você me abraça. Também seja bem provável que isso se deva ao fato de eu me perder intensamente quando te olho nos olhos, e enxergo todo seu ser ali. Deve ser porque eu me arrepio da cabeça aos pés, sempre que suas mãos me tocam.. Toda essa ‘inexplicalidade’ deve ser por eu me sentir segura quando estou perto de você e por querer que nunca vá embora. Uma vez você já se foi, e parecia ser pra todo o sempre. Nunca foi tão difícil viver.

Você faz com que todas as borboletas se excitem dentro de mim. Elas fazem festa diariamente, e não me deixam sossegar, não me deixam dormir, não me deixam parar de pensar em você. E pensando em você eu instantaneamente as atiço novamente, e isso acaba virando um ciclo vicioso que parece não ter fim. E eu não sei se quero realmente que tenha um fim.

Tudo isso é tão alem do que eu possa querer que se torna impossível me culpar.  Se eu mandasse nesse meu rebelde coração, certamente você voltaria a ser apenas o Moço-Bonito, aquele que não causava o mínimo impacto em mim. Mas agora que tudo mudou, como eu faço pra conseguir estar perto de você sem ter a imensa vontade de te beijar? Sem querer seu corpo no meu, sem querer falar tudo o que minha emoção traz à tona e a razão impede que se torne ‘ouvível’? Como fazer para acalmar as borboletas aqui dentro se tudo isso que eu sinto é tão imenso e verdadeiro? Eu tenho mesmo, mesmo que impedi-las de voar? Eu não quero que parem. É bom senti-las… mas elas complicam demais, pois não me deixam ser racional o bastante pra voltar a te ver apenas como o Moço-Bonito.

Enquanto nada parece ter uma breve solução eu continuo aqui. Eu, minhas borboletas e o tempo. Dizem que o tempo é o senhor da razão, né? Espero que ele seja bem razoável comigo, com as borboletas e com esse sentimento que não se consegue explicar….

“Every Night and day I’m gonna love you, over and over… Dia e noite, sem parar…”

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Ele…

Ele me agrada de tantas formas, maneiras, estilos e posições, que fica difícil não soltar um sorriso bobo nos lábios quando penso nele. Eu poderia ficar olhando pra ele durante todo o meu dia, sem nem ver a hora passar, sem nem me importar em não fazer mais nada, além de ficar ali, olhando-o.
Quando ele passa por mim, sinto que cada pelo do meu corpo se arrepia e a mente instantaneamente pensa mil bobagens-boas. Quando ele fala comigo, me sinto mais mole, me sinto mais besta, me sinto mais feliz.
Ele tem um olhar tão profundo que me penetra, que me enfeitiça, me paralisa. Suas mãos são capazes de me levar ao delírio, seus dedos tão bem desenhados, tão bem alinhados, tão bem-capazes de ir alem, de ir até. Seu cabelo tão lisinho, seu sorriso tão maroto, tão menino, tão sedutor. O seu corpo todo, feito brinquedo, me fazendo parecer uma criança doida pra brincar ali, brincar de tudo, brincar em tudo, explorar cada parte daquele pedacinho de felicidade.
Ele me faz sentir mulher, me faz sentir orgulho em ser mulher, em saber ser mulher, em querer ser mulher.
Quando comigo ele está, nem o tempo, nem nada ao redor faz sentido ou tem importância. Ele é minha figura que nunca se alterna com o fundo. Ele me ocupa todo o foco, toda a gana, toda a fome, toda a cama.
Ele me faz querer gritar pro mundo todo o quanto é bom amar.

É ele que me completa, me satisfaz, me faz sentir viva, me faz querer mais, ser melhor. É ele que me faz suspirar sem grandes motivos, a não ser pelo fato dele ser ele. Ele é o que faz minha vida ser mais colorida, ele que me faz transpirar emoção por todos os meus poros e todos os meus risos. É só ele a quem eu quero todo o bem do mundo. São só os beijos dele que surtem esse efeito de droga alucinógena, me fazendo imaginar coisas, sentir coisas.. Meu primeiro e último pensamento do dia..

Ele é meu homem, e pra sempre será.. Essa é minha certeza, ele é meu final feliz!!!

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Ela…

Ela é a típica menina sonhadora-sensata. Ama descontroladamente, mas pondera cada sentimento com toda a força que pode. Ela sabe que nem tudo são flores, mas tenta a qualquer custo cultivar seu próprio jardim.
Há tempos, ela se apaixonou pelo Moço-Bonito, de cabelos lisinhos e sorriso maroto. Um menino de pele branquinha, de olhos profundos, de jeito meigo e ao mesmo tempo firme, forte, intenso.
Quando esse sentimento começou, ela se perdeu loucamente, pois jamais havia pensando em sentir tudo aquilo. Ela levou tempo para se acostumar, e para entender o que aquele turbilhão de sentimentos significava. Quando ela conseguiu assimilar tudo, borboletas, mariposas, passarinhos e afins voavam pelo seu estômago. As noites se faziam mais longas, ela mal conseguia dormir, imaginando mil coisas, idealizando mil encontros, desejando freneticamente cada pedacinho do corpo, da alma, da essência dele. Nunca havia sentido aquilo antes.
Ela não sabe o que fazer, o que falar, como agir. Não sabe se toma alguma iniciativa ou se fica quietinha, na dela, e espera o tempo dizer a coisa certa a se fazer. Ela quer agir, ela quer gritar pro mundo todo o quanto ama o Moço-Bonito, mas se cala. Se cala por medo, por insegurança, talvez.
O desejo dela é correr o risco, se arriscar, chegar junto. O desejo dela é viver uma linda historia de amor, um belo conto de fadas. O desejo dela é estar nos braços dele, sentir o seu calor, a sua transpiração. Ela quer dormir encostada em seu peito, passar a noite toda conversando, sentindo sua respiração de perto, lhe fazer um carinho inesperado. Ela quer um amigo-homem. Um amigo pra confidenciar todo e qualquer segredo, pra deitar no colo e não sentir medo do mundo.. E ela quer um homem para poder ser a mulher que verdadeiramente é. Essa é a única certeza que não amedronta. Ela o quer. Ela o deseja. Ela sabe o quê e como fazer, só não sabe se pode.

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Esse tal sentimento…

Sabe, eu tentei durante todo esse tempo seguir minha vida e, definitivamente deixar de lado todo esse sentimento que explode no meu peito. Desde o inicio eu sabia que não conseguiria esquecer você, esquecer esse amor, mas tentei, com todas as forças que existem em mim, deixar isso guardado em um cantinho isolado do meu peito, e tentar, de qualquer maneira, viver sem você. E quando todos me diziam que com o tempo isso tudo passaria, eu tentei acreditar, mas hoje vejo que tudo isso é uma grande mentira. O tempo continua passando e aqui dentro, o cantinho isolado do meu peito que reservei pra te guardar, continua ganhando espaço e invadindo todos os outros cantos do meu peito, me sufocando, me entristecendo, me enlouquecendo de um jeito inexplicável.

Eu não quero te esquecer, e nem esquecer nossa historia, mas por um minuto apenas, gostaria que esse sentimento não ocupasse tanto espaço em mim, que não invadisse todos os meus cantos, e transpirasse por todos os meus poros. Eu queria por um minuto, não sentir essa tristeza, essa falta tão imensurável que você me causa.

Eu detesto o fato de desejar um abraço seu e não conseguir nem ao menos chegar perto de ti. Eu odeio lembrar do seu olhar e não poder olhá-lo de perto. Eu realmente odeio essa saudade que ficou. E segundo o que li em algum lugar, ‘saudade é o amor que fica’, e é ridículo a quantidade de amor que ficou em mim.
Se eu pudesse encontrar um meio de te trancar em um canto qualquer da minha mente, e te fazer não vir à tona cada vez que aquela música toca, cada vez que eu vejo aquela foto, cada vez que eu respiro… seria mais fácil viver.

Por que será que o Amor tem dessas coisas?? Por que tem que ser assim tão injusto? Por que sofrer por amor? Isso parece tão.. sei lá, tão o oposto do que deveria realmente ser. Não deveria ser permitido amar sozinho. Não deveria ser permitido derramar uma lágrima sequer por um amor não correspondido.
Não é desumano demais desejar uma pessoa do seu lado, um abraço, um beijo, sentir o cheiro, pegar na mão, olhar nos olhos, de alguém que ta tão distante? De alguém que nem sequer pensa em você? De alguém que simplesmente não se importa?… Não acho que isso seja justo.

Eu não sei. Não sei de muita coisa que gostaria de saber. Sinto muita coisa que não gostaria de sentir nessa circunstância, sozinha. É um sentimento tão amedrontador, um vazio tão imenso.. É uma dor tão profunda, que chega a ser surreal que isso possa realmente existir. Às vezes penso que é um castigo dos céus isso tudo. Por toda minha vida sempre achei ridículo quem se dizia sofrer por amor. Sempre achei que nunca iria me apaixonar perdidamente por um homem, que isso era exagero, besteira.. O que posso dizer? Bem feito pra mim, né? Bem feito..

Fico me perguntando se um dia eu vou conseguir sentir toda aquela felicidade outra vez. Será que um dia um novo amor chega? Será que um amor antigo um dia desaparece de verdade? Será que beijos e carinhos voltam a ser mais que simples beijos e carinhos, voltam a ter paixão? Será??? SERÁ?

No meio dessas dúvidas todas, misturadas com toda essa dor, a única coisa que realmente sei é que “o amor só é bom quando é pra dois”, do contrario, melhor mesmo é não amar.

***

Segue a letra e o vídeo da nova música do Dan Torres. Ele, que incrivelmente escreve e canta as trilhas sonoras da minha vida. Primeiro com ‘Esse Amor’ e agora com ‘Uma noite só’.. São meus sentimentos, minha história de amor contada e cantada por ele..

Uma Noite So (Dan Torres)
Composição: Dan Torres

Não quero mais o amanhecer
Acordar essa dor sem você do meu lado
Tem tanto que me faz te ver
E lembrar que agora eu to só

Alguém apagou a chama
E sem a luz, a noite me devora
Tem espaço demais na cama
Fecho os olhos e tento te encontrar

Por uma noite só
Eu quero tanto te lembrar
E me perder de novo
Mais uma vez no teu olhar
Por uma noite só
Voltar o tempo pra sentir
Você aqui

Não quero mais o amanhecer
Ver o dia chegar sem você do meu lado
Ouvir a sua voz chamar
E lembrar que agora eu to só

Dizem que com o tempo
Tudo passa e a vida se acerta
Mas eu não to vendo nada
Tempo passa e só quero te encontrar

E eu não quero mais chorar
Vou pra onde for
Pra ter você perto de mim
Eu não consigo te deixar
Eu não sei viver assim

Vídeo por Denise

 

 

 

 

 

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O Fim de uma E.R.a

Oi Pessoas e não pessoas.

Hoje (depois de um bom tempo, eu sei), vim postar sobre algo que é sempre muito difícil pra mim: O final de um seriado.
Eu sei, juro que sei que isso é patético e que a maioria não acredita como isso possa ser importante na vida de alguém, mas infelizmente ou felizmente, não sei, é importante pra mim.
Sou uma pessoa digamos que, um pouco viciada por seriados, principalmente americanos. Assisto a praticamente todos, mas em toda a minha historia como telespectadora assídua desse tipo de trabalho, dois sempre foram as minhas grandes paixões: Gilmore Girls e E.R (mais conhecido como Plantão Médico).
Quando Gilmore acabou (depois de 7 temporadas, ou seja, 7 anos) fiquei arrasada. Foram 7 anos em que toda semana, sagradamente as quintas feiras, eu largava tudo o que estava fazendo e às 20h em ponto, só me preocupava em assistir as divertidíssimas Lorelai e Rory Gilmore. Cara, como eu me divertia com elas. Quando anunciaram o fim da série, fiquei realmente abalada, pois afinal, foram 7 anos com a mesma rotina, com a mesma expectativa e agendamentos para assistir. Quando acaba a gente pensa ‘E agora? O que serão das minhas quintas?’..

O mesmo aconteceu com ER hoje (Ontem, pois já passam da meia noite). Assisto a serie desde que me conheço por gente. Acredito não ter assistido desde o inicio na mesma época em que passou, mas pelo menos, assisto há uns 12 anos, desde quando passava na Globo, com o nome de Plantão Médico. Foram 15 tempordas – 15 anos de uma série no ar, um estouro de sucesso, de audiência, de fãs, de boas historias, interpretadas por excelentes atores.
Acredito ter assistido a todas as 15 temporadas, e é impossível não se apegar, não se apaixonar por isso, pelas personagens, pelos atores, pela trama. Como aconteceu com Gilmore, eu também sagradamente assistia semanalmente a ER. Se não dava pra assistir no horário original (às 22h – recentemente), eu obrigatoriamente assistia a reprise.
Hoje a série chegou ao seu fim. Eu sei que essa tristeza que eu sinto vai passar, ou pelo menos diminuir, mas é estranho pensar que quarta que vem não terei ER pra ver. É estranho pensar que depois de tantos e tantos anos, a rotina irá mudar. Ta, ta bom, é só um seriado – mas pra mim é parte da minha vida. Eu cresci assistindo.

Excepcionalmente hoje, o episódio teve duas horas de duração, e mais uma retrospectiva de uma hora dos anos anteriores, com a participação de alguns dos antigos atores e atrizes que participaram da trama comentando. Acho que essa retrospectiva em si foi mais emocionante que o episódio final. Como foi bom revê-los. Como mudaram. Como envelheceram – especialmente o ator Anthony Edwards (Dr. Mark Green), muito, muito diferente, o que mais se modificou.
Rever a Dra. Weaver, a Corday, a Susan.. nossa, trouxe lembranças agradabilíssimas, de uma época mais agradável ainda. Ainda mais rever a Maura Tierney (Dra. Abby Lockhart – minha eterna personagem preferida)…

Originalmente, cada episodio tinha como abertura cenas do seriado, enquanto os atores eram apresentados. De uns tempos pra cá essa abertura foi retirada, e somente aparecia o nome da série, em frações de segundos. Hoje, isso me emocionou muito, pois colocaram a abertura original. Arrepiou todos os pelos do corpo.
Alguns personagens que já saíram da serie participaram desse ultimo episodio, como por exemplo, Laura Innes (Dra. Kerry Weaver), Sherry Stringfield (Dra. Susan Lewis), Eriq La Salle (Dr. Peter Benton), Alex Kingston (Dra. Elizabeth Corday), Hallee Hirsh (Rachel Green – filha do Dr. Mark Green)… enfim, rever todos esses grandes, foi demais.
Ah, uma coisa que foi muito bacana, e que me pegou de surpresa, foi o fato de nesse último episodio ter a participação da atriz Alexis Bledel, que interpretou a Rory, em Gilmore Girls. Incrível como ela em qualquer papel não deixa de ser a Rory hehehe. Adorei.
Enfim, o ultimo episodio marca o fim de uma ERa na minha vida. Vai ser estranho me acostumar. Até não comprar, ou baixar, ou ter de alguma forma todas as 15 temporadas em dvd não vou sossegar hehe. O fim foi do jeito que se deveria ser, com uma grande emergência chegando ao hospital, e todos os médicos e enfermeiras mobilizados para o atendimento. A imagem de todos esperando as ambulâncias na porta do hospital é eterna.

Queria escrever muito mais sobre isso, mas sei lá, é tanta coisa que não sei por onde começar, então, pra não irritar quem resolver ler isso, vou parando por aqui. Todas as sensações e emoções que tenho sobre ER estão bem guardadas dentro de mim, e nem se eu conseguisse colocar em escrita o povo não entenderia.
Foi bom enquanto durou. Foi ótimo enquanto durou, e acredito que jamais, nenhuma série criada chegará aos pés do que foi ER.

Principais atores/médicos da série:
Anthony Edwards – Dr. Mark Greene (I – VIII)
George Clooney – Dr. Doug Ross (I – V)
Noah Wyle – Dr. John Carter (I – XI)
Julianna Margulies – Head Nurse Carol Hathaway (I – VI)
Gloria Reuben – Jeanie Boulet (II – VI)
Laura Innes – Dr. Kerry Weaver (III – XIII)
Maria Bello – Dr. Anna Del Amico (IV)
Alex Kingston – Dr. Elizabeth Corday (IV – XI)
Kellie Martin – Lucy Knight (V – VI)
Paul McCrane – Dr. Robert Romano (VI – X)
Goran Visnjic – Dr. Luka Kovac (VI – XIII)
Maura Tierney – Abby Lockhart (VI – XV)
Michael Michele – Dr. Cleo Finch (VI – VIII)
Erik Palladino – Dr. Dave Malucci (V – VIII)
Sherry Stringfield – Dr. Susan Lewis (I – III, VIII – XI)
Ming-Na – Dr. Jing-Mei Chen (VI – XI)
Sharif Atkins – Dr. Michael Gallant (VIII – X)
Mekhi Phifer – Dr. Gregory Pratt (IX – XV)
Linda Cardellini – Samantha Taggart (X – XV)
Parminder Nagra – Dr. Neela Rasgotra (X – XV)
Eriq La Salle – Dr. Peter Benton (I – VIII)
Shane West – Ray Barnett (XI – XIII)
Scott Grimes – Dr. Archie Morris (XII – XV)
John Stamos – Dr. Tony Gates (XIII – XV)
David Lyons – Dr. Simon Brenner (XV)
Angela Bassett – Dr. Cate Banfield (XV)

Seguem imagens do seriado. Ai que aperto no peito!!!

Até mais.
=)

Temporada 1
1ª Temporada: Drs.:  Susan Lewis, Mark Green, John Carter, Doug Ross, Peter Benton e Enfermeira Carol Hathaway

2ª Temporada: Drs.: John Carter, Susan Lewis, Mark Green, Carol Hathaway (enfermeira), Doug Ross, Jeanie Boulet e Peter Benton

2ª Temporada: Drs.: John Carter, Susan Lewis, Mark Green, Carol Hathaway (enfermeira), Doug Ross, Jeanie Boulet e Peter Benton

3ª Temporada: Drs.: Mark Green, Jeanie Boulet, Doug Ross, John Carter, Susa Lewis, Kerry Weaver, Carol Hathaway (enfermeira) e Peter Benton

3ª Temporada: Drs.: Mark Green, Jeanie Boulet, Doug Ross, John Carter, Susan Lewis, Kerry Weaver, Carol Hathaway (enfermeira) e Peter Benton

4ª Temporada: Drs.: Elizabeth Corday, Kerry Weaver, Peter Benton, Doug Ross, Mark Green, Carol Hathaway (enfermeira), Jeanie Boulet, John Carter e Anna Del Amico

4ª Temporada: Drs.: Elizabeth Corday, Kerry Weaver, Peter Benton, Doug Ross, Mark Green, Carol Hathaway (enfermeira), Jeanie Boulet, John Carter e Anne Del Amico

 

5ª Temporada: Drs.: Lucy Knight, Jeanie Boulet, John Carter, Mark Green, Peter Benton, Doug Ross, Carol Hathaway (enfermeira), Elizabeth Corday e Kerry Weaver

5ª Temporada: Drs.: Jeanie Boulet, Lucy Knight, John Carter, Mark Green, Peter Benton, Doug Ross, Elizabeth Corday, Carol Hathaway (enfermeira) e Kerry Weaver

 

6ª Temporada: Enfermeira Carol Hathaway, Drs.: Kerry Weaver, Luka Kovac, Robert Romano, Jeanie Boulet, Cleo Finch, Mark Green, Elizabeth Corday, Lucy Knight, Peter Benton e John Carter

6ª Temporada: Drs.: Kerry Weaver, Carol Hathaway (enfermeira), Luka Kovac, Robert Romano, Jeanie Boulet, Mark Green, Cleo Finch, Elizabeth Corday, Peter Benton, Lucy Knight e John Carter

7ª Temporada: Drs.: Robert Romano, Jing-Mei, Elizabeth Corday, Abby Lockhart (ainda enfermeira), Mark Green, Peter Benton, John Carter

7ª Temporada: Drs.: Robert Romano, Jing-Mei, Elizabeth Corday, Abby Lockhart (ainda enfermeira), Mark Green, Peter Benton, John Carter, Cleo Finch, Dave Malucci, Karry Weaver e Luka Kovac

8ª Temporada: Drs.:

8ª Temporada: Drs.: Elizabeth Corday, Robert Romano, Jing-Mei, Cleo Finch, Mark Green, Luka Kovac, John Carter, Abby Lockhart (ainda enfermeira), Peter Benton, Susan Lewis e Kerry Weaver

9ª Temporada: Drs.:

9ª Temporada: Drs.: Robert Romano, Michael Gallant, Abby Lockhart (ainda enfermeira), Susan Lewis, Luka Kovac, John Carter, Elizabeth Corday, Kerry Weaver, Gregory Pratt e Jing-Mei

10ª Temporada: Drs.:

10ª Temporada: Drs.: Abby Lockhart (já médica), Greg Pratt, Robert Romano, Kerry Weaver, Elizabeth Corday, Luka Kovac, John Carter, Samantha Targgat (enfermeira), Michael Gallant, Jing-Mei, Susan Lewis e Neela Rasgotra

11ª Temporada: Drs.:

11ª Temporada: Drs.: Kerry Weaver, Neela Rasgotra, Susan Lewis, Greg Pratt, Abby Lockhart, John Carter, Luka Kovac, Sam Targgat (enfermeira), Ray Barnett e Jing-Mei

12ª Temporada: Drs.:

12ª Temporada: Drs.: Greg Pratt, Kerry Weaver, Archie Morris, Luka Kovac, Abby Lockhart, Ray Barnett, Neela Rasgotra e Sam Targgat (enfermeira)

13ª Temporada: Drs.:

13ª Temporada: Drs.: Neela Rasgotra, Archie Morris, Tony Gates, Luka Kovac, Abby Lockhart, Greg Pratt, Sam Targgat (enfermeira) e Ray Barnett

14ª Temporada: Enfermeira Sam Targgat, Drs.:

14ª Temporada: Drs.: Sam Targgat (enfermeira), Archie Morris, Tony Gates, Abby Lockhart, Luka Kovac, Greg Pratt e Neela Rasgotra

15ª Temporada: Enfermeira Sam Targgat, Drs.:

15ª Temporada: Drs.: Sam Targgat (enfermeira), Archie Morris, Tony Gates, Neela Rasgotra, Simon Brenner e Cate Banfield

Vão deixar saudades….

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Poesia do amor (viva a liberdade de expressão)

Seguinte meu povo (povo?!?!),

Hoje resolvi postar um texto que eu sei, muita gente vai questionar, mesmo que pra si próprio sobre o conteúdo (mesmo ao meu ver, não tendo nadica de nada de mais. nada mesmo).
Já tem um bom tempo que to querendo postar esse texto, que na época denominei  ’Poesia do Amor’  (mas nem é uma poesia, eu acho), e minha intuição dizia pra não postar. Talvez por medo de comentários do tipo puritano, conservador, arcaico.. Enfim, Tô postando! Afinal de contas, estamos no século XXI, e viva a liberdade de expressão, viva os textos sinceros e viva a verdade de cada um…

Vou contar superficialmente a história desse texto, que foi escrito em 2007, numa madrugada, pra variar um pouco. Escrevi esse texto num dos momentos mais claros e certos da minha vida. Sabe quando tudo faz sentido e você tem certeza de quem é e do que quer? Pois bem, eu estava nessa linda e clara fase, e o texto surgiu, curtinho, sem pretensões, sem nada.. Apenas surgiu e eu registrei. Ali ele ficou, guardado sem ser mexido, sem ser mencionado. Era um texto MEU..
Há um tempo atrás, um certo alguém me perguntou: “VOCÊ JÁ ME ESCREVEU ALGO QUE NÃO ME MOSTROU?” – e esse texto foi a primeira coisa  que me veio a mente (pois pra essa pessoa, há MUITASSSSS coisas que escrevi e não mostrei). “SIM, JÁ ESCREVI”.    Fim de papo..

Anos depois  (não tantos assim, mas anos), cá estou eu, mostrando o tal texto. E se essa pessoa passar por aqui, verá um dos textos que eu lhe escrevi, mas nunca mostrei.

Adoro me sentir mulher nos seus braços, me sentir protegida em seu corpo e sentir o seu calor em mim…
Cada vez me sinto mais pronta e a vontade com tudo, com você! Cada momento, cada beijo, cada língua… tudo com você se torna perfeito.
Por algumas vezes nos detestamos, mas quando nos amamos, é pra valer.
Eu amo sentir sua mordida, suas mãos passeando pelo meu corpo, sua expressão de satisfação enquanto brincamos um no outro. Nada parece ter sentido, nada parece ter razão, só eu e você, ali, um sobre o outro, no mais puro e absoluto prazer.
Você é um vício que não quero perder. Seus beijos são como nuvens macias a passear sobre mim, seus dedos, seus dentes, suas unhas.. Tudo se torna uma só coisa que não se pode explicar em palavras, apenas em atos.
Demorei pra entender, mas hoje eu sei que quero você. Quero cada parte do teu corpo, acompanhado do seu coração. Quero ser a mulher da sua vida, e te fazer o homem mais feliz e realizado do mundo!

[originalmente: 16/01/2007 - 01:13am]

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Será??!?

… ela quer amor. Ela quer amar. Ela quer ser feliz, oras.
Por mais que ele não a queira, ela não pode fingir que o amor não existe. Sim, ele existe e vai continuar a existir até Deus sabe quando. Não dá pra deixar de amar só por que ele não quer mais amá-la. O amor está ali, vivo, intenso, implorando pra explodir, pra aflorar, pra corroer, pra viver. Ela quer lutar por ele, lutar por esse amor, mas e ele? Será que ele quer tudo isso? E se não quiser, como ela fica? O que ela faz? Espera o tempo passar?? Isso é tão cruel. Ela adoraria que lutassem pelo amor dela, e por quê ele não deixa que ela lute por ele? Que será que se passa com esse ser?

É muita pretensão dele achar que o amor desaparece como num passe de mágica. Será que ele não sabe que os sentimentos são incontroláveis? Será que ele não sabe que não dá pra esquecer, ignorar, fingir que não vê, que não sente, que não dói? Não.. talvez ele não saiba de tudo isso mesmo. Será que um dia ele a amou? Será que ainda ama? Será que vai ser pra sempre, ou será que o pra sempre durou até quando chegou ao fim?

Talvez ele não saiba, mas o amor ainda está vivo no coração dela, no corpo dela, nos desejos dela. Talvez ele não saiba, mas o corpo dela chama por ele todos os dias, todas as horas, de todos os jeitos. Talvez ele não saiba que ela revive toda a mágica diariamente e sofre sozinha, sofre calada, sofre e sofre. Será que ele não sabe que ela o ama? Será que ele não gosta de ser amado? Será que ele não quer ser amado por ela ? Será que ele não se sente feliz por saber que é importante na vida de alguém? Será que ele ja se esqueceu de tudo, e que hoje nada disso mais importa? Mas se o amor não mais importa, o que importa então? Será que a historia do casal mais instável e ‘fofo’ do mundo chegou mesmo mesmo mesmo ao seu fim? Será que ele acredita mesmo nisso? Será?…

Pois sim, seu moço, ela continua a te amar como sempre amou. Ou melhor, ela o ama mais ainda, como nunca amou na vida. Ela sente queimar o peito, queimar o corpo, queimar as dores.. Ela sonha com seus beijos, os carinhos, os calores. Pois sim, seu moço, ela o ama!
Ela, secretamente deseja  que a última temporada desse seriado chegue logo, pois é quando todos os personagens ficam juntos e são felizes para sempre.

Ela se acha uma besta, e mais besta ainda ele, que não a enxerga.

A verdade é uma só: Ela o ama pra vida toda. E ele, será?…

“…Mesmo que eu tenha que mudar
Móveis e lembranças do lugar,
O meu olhar ainda vê o seu
Me devorando bem devagar….”

“…se eu fosse você, bem que eu ficava comigo
Só pra provar
o que me faz sentir vivo…

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12 de Junho…. outra vez!

Pra todos aqueles que… 

*sentem o coração disparar só de pensar na pessoa amada 

*cultivam borboletas voando no estômago só de saber que vão estar com aquela pessoa 

*para todos aqueles que têm a sensação de proteção e segurança por saber que aquela pessoa é presente na sua vida 

*têm a certeza de que quando a campainha tocar, ao abrir a porta verá que quem está ali é quem realmente deveria estar 

*esquecem que estão assistindo a um filme, devido às brincadeiras de pés e mãos por debaixo da coberta 

*assistem a um filme como desculpa para poderem ficar abraçadinhos em baixo de um cobertor bem quente, sentindo a respiração do outro bem de pertinho 

*saltam correndo de onde estiverem ao ouvir o conhecido som da buzina ou o ronco da moto 

*vivem a etapa mais feliz da vida, podendo dividir com alguém cada detalhe de tudo o que se passa 

*não têm a noção do quanto são felizes por terem um alguém 

*choram por uma briga, e fazem de cada reconciliação um novo começo mais forte e mais feliz 

*ficam pensando meses antes de qualquer data, um presente especial e diferente pra comprar

*elaboram surpresas, por mais simples que sejam, só pra poder ver um sorriso iluminando tudo ao redor 

*se falam e se vêem todos os dias 

* têm como primeiro e último pensamento do dia a pessoa amada 

*têm um abraço acolhedor e singular por perto 

*sentem saudade, mas sabem que ao amanhecer a saudade vai embora e dará lugar à felicidade que ficará até a hora de se despedirem outra vez 

*têm no corpo do outro a maior fonte de prazer e satisfação 

*têm um outro alguém pra chamar de seu 

*se permitem ser de outro alguém 

*têm datas especiais para comemorar 

*não se sentem sozinhos mesmo estando 

*podem passear de mãos dadas na rua 

*ficam entediados assistindo televisão num domingo à tarde 

*podem ser verdadeiramente quem são, sem se preocupar com nada, por ter a certeza que tem ao seu lado um alguém que te conhece e te ama do jeito que é 

*desfrutam da intimidade do outro 

*se sentem à vontade para falar e fazer qualquer sacanagem 

*têm um corpo pra dividir uma cama, um sofá, um tapete, ou um canto qualquer 

*recebem e dão carinho 

*têm um outro alguém pra conhecer profundamente 

*têm um alguém com um perfume natural diferente de qualquer outro perfume que exista 

*têm um ombro pra encostar a cabeça 

*têm um acompanhante pra ir ao cinema 

*têm um alguém pra se preocupar 

*são a preocupação de outro alguém 

*têm um olhar de frente pra conversar em silencio e ser compreendido mesmo assim 

*têm a certeza de um amanhã concreto e feliz 

*têm o ontem como uma lembrança de algo contínuo e não como uma ferida aberta e saudosa 

*possuem duas famílias, duas casas, duas metades 

*encontraram sua tampa, seu par de chinelo, a metade da sua laranja 

*fazem o comércio mais rico em datas padronizadas 

*não se importam em gastar todo o dinheiro que tem com o outro 

*não se importam com o lugar, com o tempo, com as pessoas, com a quantidade, com a qualidade, desde que esteja com a pessoa amada do lado 

*têm o privilégio de poder crescer e acompanhar a evolução do outro, fazendo parte de tudo

*podem dividir uma aliança

*podem apelidar e serem apelidado bobamente

*têm um alguém pra dividir os amigos 

*têm uma boca especial pra beijar

*se sentem especiais 

*têm um alguém pra amar, e ser amado de volta 

*poderão dar e receber um algo a mais nesse dia tão toscamente comercial 

*compartilham quem são ao lado da sua alma gêmea 

Enfim, a todos aqueles que podem ser totalmente felizes e completos, 

Um Feliz dia dos Namorados…

Aproveitem a companhia da pessoa que lhe dá amor, carinho, que te faz sentir especial. Não faça bobagens, não pise na bola,  não desperdice esse privilégio de ter um alguém… não deixe a felicidade escorrer pelas mãos, pois o amanhã pode ser cruel e doloroso demais… Faça das pequenas e insignificantes coisas, as mais importantes e especiais. Tenha a noção de que só por que a outra pessoa não é exatamente como você deseja, e não demonstra todo o amor que você gostaria de ver, que ela não te ama da maneira mais intensa que pode. Não queira que seu relacionamento seja algo unificado. Tenha consciência que um relacionamento é feito por duas pessoas, dois seres diferentes, singulares, que necessitam de espaço e possuem um jeito próprio de encarar a vida. Nem todos pensam e sentem como você. Leve isso consigo pra sempre, pois a ignorância e o egoísmo podem destruir uma linda história de amor,  e o que sobrará depois disso, será doído e vazio demais. A perda, a culpa, a impotencia, a saudade que fica de ter aquela pessoa tão importante do lado, dói demais.. o tempo passa e a única coisa que diminui é o tempo que poderia ter sido muito melhor aproveitado. Portanto, não deixe o amor escapar!

Se cuidem.

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Agora sim, Fantine Tho

Ai, ai…
provas da facul terminadas, é hora de tirar o peso das costas e aliviar a cachola. Hora de escrever sobre um dos dias mais esperados de todos os tempos: Meu encontro com Divíssima Fantine Tho!

Quem me conhece de anos atrás sabe do meu amor incondicional de fã que trago dentro de todos os meus poros por alguns ídolos. Lindíssima Fantine (sim, a ex Rouge) é uma delas, e a espera para a realização desse antigo sonho foi de 7 longos anos. Como foi ruim esperar. Como foi frustrante toda a espera. Como por várias vezes eu tive a certeza de que isso jamais aconteceria.. E eu adoro errar nesses aspectos, e graças ao Bom Pai eu tenho errado muito nisso. Mas apesar de toda angustia nesse tempo todo, acredito que aconteceu na melhor época. Aconteceu na hora em que tinha mesmo que acontecer. Sou grata por isso.

Do começo…

Terça feira, 07 de Abril aconteceu em Sampa um encontro de Fãs com a Fanta. Isso já estava marcado há algum tempo, peça chave para minha organização ser perfeita a ponto de conseguir ir (também se não fosse provavelmente surtaria geral). Saímos de Leme, eu e meu fiel companheiro de aventuras ‘idolatricas’, meu pai, por volta das 13:20h. Horas de viagem (adoro essas viagens ^^), horas de congestionamento dentro daquele inferno maravilhoso que é São Paulo e chegamos no prédio onde fica o Studio8 por volta das 16:30h. Como eu já havia mexido meus pauzinhos e já tinha conversado com um dos organizadores do encontro, sabia que assim que eu chegasse subiria pra falar com ele. O que eu não sabia era que subindo eu encontraria com a dignissima lá em cima também.

Passo-a-passo…

Subimos. Gilson veio nos recepcionar (aliás Gilson É O CARA! Devo grande parte dessa realização a ele), e conversando com ele, olho pro lado e vejo quem? vejo q u e m?? Sim, vejo ela, Fantine, toda linda e magérrima de um jeito nunca visto por mim antes. Linda! Mas linda mesmo… Olhei, surtei internamente e já fui fazer o que há tanto tempo esperei pra fazer: dei-lhe um abraço que fez com que toda a espera valesse a pena. Ali conversamos um pouco e dissemos que íamos descer pra comer algo (meu pai pra variar estava faminto hehe – por mim eu ficaria la em cima direto). Ela até nos explicou como faziamos para chegar a um shopping bacaninha, pra comer algo decente. Mas que nada. Descemos e entramos no barzinho da frente, bem meia boca, com um aspecto meio suspeito. Mas quem se importava naquela altura do campeonato com algo decente para comer? Eu mal comer conseguia hehe. Comemos e cerca de vinte minutos/meia hora depois voltamos para o Studio. Entrando, agora o que vi foi a cena mais incrível da minha vida, e da qual jamais esperaria ver um dia: A Passagem de Som. Como eu adoro passagens de som. Apaixonada por música como sou, não há nada mais emocionante do que ver toda a conversa, os testes, a ‘bagunça’ pra se chegar numa perfeição sonora final. Amei. Valeu demais a pena.. Eu parava pra pensar, analisar tudo e não conseguia acreditar que eu estava realmente ali, vendo um dos meus maiores ídolos em um momento tão íntimo, tão não acessivel pra tanta gente. Pra mim a passagem de som tem uma essência muito forte.. toda aquela preparação.. as vozes, as notas, a indecisão se está ou não no ponto.. se aquilo vai ser ou não o ideal pra quem está de frente ouvindo.. Aii.. fascinante pra mim. Inexplicável.
Resumindo: Passei o dia todo com a Fanta, mesmo sem ter muito contato direto com ela, mesmo ali só na observação.. Quem diria que um dia, eu, aquela fã que desde os 14 anos sonhava com um contato passaria um dia quase inteiro com meu ídolo? Com certeza nem nos meus mais exagerados sonhos pensava nisso.
Durante a tarde, a tia Su (pra quem não sabe, mãe da Fantine) apareceu lá com a Christine, filhinha da Fanta que é a coisa mais linda e gostosa do mundo. Como é linda a conexão das duas, a luz que ela transmite como mãe. Tocante demais, sincero demais.
Algumas horas de passagem depois, algumas pessoas VIPs começam a chegar (amigos dela, uns gringos que foram pra prestigiar o trabalho da Fanta, …) e a Fanta subiu pra se trocar. Depois desceu outra vez, conversou com o povo que estava la e blábláblá..
Umas 19:30h (não tenho certeza sobre o horario) o povo que foi pra ver o show (os fãs) começaram a subir, mas lógico que eles já estavam lá embaixo há algum tempo. Algumas pessoas muito queridas pra mim estavam lá. Pessoas que conheci nos acústicos da Lu e que se tornaram amigos queridos. Papo vai, papo vem e todo mundo ansioso pela volta da Fantine (pra eles, pela aparição dela). Havia rolado uma história de que a Aline (também ex Rouge, e também um ídolo pra mim) estaria nesse show, então, cada vez que a porta se abria geral olhava pra ela na esperança de ver a Aline entrando. Numa dessas portas eis que entra um rapaz (muito bonito, diga-se de passagem) que eu tinha certeza conhecer de algum lugar. Rápidos segundos tentando lembrar de onde o conhecia me veio um estalo forte: A DANI!. Sim.. esse estalo estava correto (esse rapaz, Victor, já havia visto no Orkut da Dani), e atrás dele entra a queridissima Danielle Mariuzzo, uma cantora que admiro muito, com um talento quase fora do normal, uma beleza tão fora do normal quanto e uma simpatia tão mais fora do normal ainda. Na verdade essa simpatia eu apenas imaginava que existia, pois até então meu único contato com ela tinha sido virtual. Mantinha contato bem regular com ela via e-mail/orkut há um tempo já, e acreditava que ela era mesmo muito simpatica e atenciosa. Mas pessoalmente vi que estava enganda, pois ela é muito mais do que eu achava que fosse. Ela é incrível, em tudo.
Quando o povo a viu entrando (muitos se lembram dela por causa do programa Popstars – o mesmo que lançou o Rouge – do qual ela também participou) logo se amultuaram sobre ela, tirando fotos, conversando e tal. Eu fiquei bem na minha, não acreditando que estava com dois grandes ídolos no mesmo dia. Era tudo tão surreal que custava eu acreditar que estava mesmo acontecendo. Conforme o povo ia se afastando eu ia me aproximando de mansinho, e quando ela me viu soltou um: “Essa eu conheço faz tempo..” – Aii, ela me reconhecia pessoalmente hehehee.. Como fã é besta, né? Me sinto besta mas é inevitável não sentir todas as sensações do mundo quando algo assim acontece. Beleza, continuei na minha, esperando o povo sair, e quando chegou minha vez, ela abriu os braços e disse: “até que enfim pessoalmente, né?” Morri umas cem vezes naquela noite hehee. A minha frustração por ter ficado o dia todo com a Fanta e não ter ao menos tirado uma foto com ela por timidez da minha parte até sumiu depois daquilo tudo.
Conversei um pouco com a Dani, tiramos nossa foto, e me realizei por completo ali. Era tanta emoção pra uma pessoa tão pequena como eu hehee.

Enfim… emoções extras a parte, o show começa. Fanta entra deslumbrante com um ar acanhado, com aquela carinha de Fantine que só quem é fã sabe como é, e começou o arraso. Cantou, conversou, fez graça, errou, se atrapalhou.. coisas típicas de Fantine. E foi maravilhoso. Cada parte, cada nota, cada som, cada olhar.. Foi perfeito! Sem dúvida me realizei.. realizei o sonho de 7 longos anos.

Após o show (que orgulhosamente registrei do começo ao fim, e do qual vou guardar pra sempre) ela recebeu os fãs. E recebeu bem até demais – diga-se de passagem – . Nunca vi alguém tão atenciosa e despreocupada com o tempo como ela. Ficou ali horas conversando e fazendo todas as vontades de cada fã. Sorte daqueles mais ousados que pedia o que vinha na telha sem medo de reprovas.. Até música da época do Rouge ela cantarolou com os fãs. Foram tantos vídeos de recadinhos para fãs que não puderam ir.. tantas e tantas fotos, tantos autografos, tantos copinhos suspeitos (abafa – papo interno de quem estava la hehehe),  e a minha hora não chegava de jeito algum. O povo tirava a foto, fazia o que queria e permanecia ali, ao lado dela, e ela ali atendendo a todos com muita vontade e atenção quantas vezes o fã aparecesse na sua frente, independente de quantas fotos ele já tivesse tirado. Nisso a Dani foi embora e consegui me despedir dela com mais um abraço daqueles e meia duzia de palavras.. Guardem esse nome!! Danielle Mariuzzo
Depois de longos minutos de espera a Fanta vira e diz: “deixa eu falar com a Thais que faz tempo que ela ta esperando”.. Tá, ok, só mais um surto interno pra coleção da noite. Já havia acontecido tantas surpresas que o fato dela saber meu nome nem me espantava mais hehe. Gentilmente ela autografou algumas coisas pra mim, tiramos nossa foto, meu pai tirou a foto dele com ela, LÓGICO, e conversamos um pouco. Depois, sob pressão do meu pai, que estava preocupado com o fato de como iríamos sair daquele bairro e pegar o caminho certo de volta pra casa, fomos embora. A pior sensação do mundo: ir embora sem a festa ter acabado, e logo eu, que gosto SEMPRE de ser a última a sair. Anywayz, pegamos o caminho da roça, mas embora quisesse ficar ali fui embora feliz da vida, com as energias e esperanças renovadas e um sorriso bobo de orelha à orelha. Um dos melhores dias da minha vida – se não o MELHOR!

Fiquei muito feliz mesmo em poder confirmar algo que eu ja tinha certeza: Meus ídolos são os melhores ídolos do mundo. A Fanta é do jeitinho que eu sempre imaginei, uma eterna criança com um coração gigantesco e o ídolo mais fã do mundo. Essa sim nos entende e nos respeita como merecemos. Ela sabe o quanto fã sofre e nos trata da melhor forma possível.. Desejo do fundo do meu coração que ela realize o sonho dela de fã!
A Dani também é do jeito que pensei que fosse, super simpatica e atenciosa. O que me surpreendeu foi o humor dela. Achei hilária… E só pra constar, ela é muito mais linda que a Lindsay Lohan hehehehee.. Grata surpresa daquela noite. Espero manter esse contato de agora pra sempre com ela. E torço do fundo do meu coração que ela tenha o espaço que merece na mídia, pois ela é um arraso.

Seguem minhas fotos com as estrelas da noite! 

Eu e Fanta..

Eu, parecendo um pinguim sem pescoço e a lindíssima Fantine Tho

Eu e Dani
Danielle Mariuzzo – tão querida..

Comunidade no Orkut que fiz há um tempo pra Dani:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=24321465

 PS1: Dylan, Rafa, Cris.. adorei o reencontro. Vocês são queridos demais. Jac, adorei te conhecer. Rafa, ja é uma pessoa muito especial pra mim, viu? Um prazer imenso conhece-lo pessoalmente. Espero poder no mês que vem me aventurar por Sampa com você!

PS2.: A Aline não apareceu por lá =(

É isso.. mais uma aventura ‘idolatrica’ que vivi, e sempre ao lado do meu fiel escudeiro.. O melhor pai do mundo!
Espero muito em breve poder ter mais aventuras do tipo pra postar aqui…

Beijos pra quem passar os olhos por aqui, comentando ou não…

=)

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‘Mussa & Eu’

Ai,ai..
Hoje fui assistir o filme ‘Marley e Eu’, e igualmente quando li o livro, chorei horrores. Desde ontem fixei na minha cabeça que não iria chorar (detesto fazer isso em público. Chorar no cinema é vergonhoso. Acende-se as luzes e lá estou eu, inchada feito sei-la-o-que.. péssimo). Jurei pra mim mesma que não teria necessidade de derramar minhas lágrimas pois já havia lido o livro e sabia exatamente como ia acontecer. Mas não teve jeito… Depois de muitas e muitas risadas com o começo-meio do filme, lá estou eu (e companhia Limitada) se debulhando em lágrimas. Ai como é triste. Impossível foi não ficar pensando na minha Mussa em casa, e a vontade insuportável de correr pra dar uma abraço bem forte nela..
E foi justamente pensando na minha filha canina que resolvi postar hoje. Na verdade, iria postar hoje sobre meu encontro com minha queridíssima ‘idola’ Fantine Tho, mas fiquei tocada demais com o filme e me inspirei pra escrever sobre o tema. O post da Fanta vem em breve..

Acho que nunca fiz um post dedicado à minha ‘doce’ cadelinha. Hoje, depois de ver o filme e lembrar dela o tempo todo, cá estou para um post exclusivo pra minha mais fiel companheira..

Há muito tempo queria um cachorrinho, e desde que minha irmã se casou e levou o cachorro da familia (um pintcher de 15 anos mais ou menos – que sempre foi dela) que essa vontade só crescia. Então, no ano passado depois de muito e muito insitir, meus pais autorizaram que eu pegasse um filhote, desde que como regra fosse uma FÊMEA!. Ok, ok, pode ser uma fêmea.
Foi então que no dia 17 de Agosto do ano passado, eu trouxe pra casa a vira lata mais ‘linda’ do mundo, a qual recebeu o nome de MUSSARELA.
Quando cheguei na casa da mulher que estava doando os filhotes, peguei as duas fêmeas na mão para decidir com qual eu ficaria (querendo ficar era com as duas). Uma era amarelinha, toda meiga, bem classuda, e a outra, uma pretinha misturada com amarelo e branco, meio estranha, com um olhar pidão. Obviamente eu teria escolhido a amarelinha (a mais bonita), mas meu coração escolheu a feiosa, com medo de que ninguém a escolhesse… Tudo bem, chegamos em casa e todo o processo de adaptação foi complicado. Ela chorava demais, afinal de contas só tinha 38 dias de vida (eu sei AGORA que é muito cedo para se tirar um filhote de sua mãe, mas quando a peguei, juro que não sabia). Ela era a coisa mais gostosa do mundo, com uma barriguinha gigante de tanto verme, e peladinha de tudo, super gostosa de se beijar. Tinha um olhar tão comovente que era impossivel desgrudar dela.
O tempo foi passando e a Mussa foi se acostumando com o novo lar e se moldando a sua nova vida. Vivia dentro de casa, e rapidamente aprendeu a subir no sofá.

Foi uma farra quando isso aconteceu, e mesmo sabendo que isso provocaria problemas um dia, a graça que era vê-la escalando o sofá fez com que todos permitissem que lá ela ficasse. Foi uma festa também quando de um jeito meio esquisito e afonico ela soltou seu primeiro latido. Eu, como uma mãe de primeira viagem, quase surtei de tanta felicidade e orgulho da minha pequenina..

Mas nem tudo foram flores.. O primeiro grante martírio era a hora de dormir. Deus do céu como eu sofri com isso. Todos diziam: ‘deixa ela la fora chorando que ela se acostuma e aprende que ninguém irá pegá-la’. Mas a minha consciêcia pesava demais em saber que eu a havia tirado prematuramente de sua mãe, e não poderia agora deixa-la la fora morrendo de medo. Eu tinha que ficar com ela. Mas ela era irritantemente pentelha na hora de dormir. Eu a colocava dentro de sua casinha (uma caixa de papelão, da qual ela diariamente tirava uma parte e comia tudo), eu sentava na frente da ‘portinha’ e ela pulava no meu colo, ia para o chão e ficava correndo pelo quintal. Só depois de muitas e muitas e MUITAS tentativas pra que ela se aquietasse dentro da caixa é que ela, vencida pelo cansaço apagava. E aí vinha a segunda parte do problema: Conseguir entrar em casa sem que ela percebesse minha ausência e começasse a chorar de novo. Raramente eu conseguia realizar essa proeza. Era eu chegar na porta da cozinha pra perceber que ela estava colada ao meu pé, e todo o longo processo começava de novo.
Por mais que ela ficasse o dia todo dentro de casa, a noite era obrigatório que ela dormisse pra fora. Ela só dormiu dentro de casa uma única vez, que foi no dia que ela chegou e fiquei com muita dó de coloca-la pra fora. Peguei então meu colchao e coloquei na sala de baixo, esticando um pano pra ela dormir do meu lado. Ela não sossegava. Resmungava, fazia xixi feito louca, e coco também. Dormir que era bom: NADA. Eu a colocava em seu pano e ela levantava. Em um certo momento, ela deitou, ficou quietinha e eu com uma esperança imensa de que ela enfim dormisse, deitei. Passando-se alguns segundos, sinto algo fofinho pulando sobre mim no colchão e se ajeitando no meio das minhas pernas e lá dormiu. Pensei comigo: Pelo menos ela dormiu!
Esse problema de dormir durou pelo menos uns 4 meses. Eu não conseguia deixa-la la fora chorando e fingir que não estava ouvindo nada. Arrumei o quartinho de bagunça do quintal, e transformei num imenso quarto pra ela. Coloquei um colchão velho forrado com lençol e travesseiros (Uns 4, que atualmente só sobrou UM). Toda noite era a mesma tragédia. Eu a levava pro quarto dela e ela não dormia. Tinha que esperar o cansaço bater pra eu conseguir entrar, e na maioria das vezes eu saía do quarto e ela vinha atrás de mim. Tantas e tantas noites foram longas, a ponto de eu conseguir entrar só bem de madrugada. Até livros eu levava e lia por lá mesmo, sentada no colchão enquanto ela deitava do meu lado. Se eu levantava, ela vinha junto. Um pequeno detalhe é que ela SÓ dorme com a luz acesa. Se apagar nem no quartinho ela fica (até hoje). Depois de muito estresse e desespero, fui me conscientizando de que a culpada era eu! Por mais dificil que fosse eu comecei a ser firme e ensinar que a hora de dormir é a hora de dormir. A primeira vez coloquei ela na cama, virei as costas e entrei. Ela chorou, chorou e chorou, e eu sentada na escada que da acesso a parte de cima de casa, chorava junto. Na primeira noite, depois de muito ela chorar (e eu também) minha mãe desceu e gritou com ela, sem abrir a porta, e chacoalhou a latinha (que usamos quando ela faz coisa errada). Na segunda noite o mesmo processo. Levei-a pra cama e entrei. Ela chorou e dessa vez quem balançou a lata e gritou foi eu.. Desde então, ela aprendeu que a hora de dormir é a hora de dormir. Hoje continuo a levando pra cama, na maioria das vezes a levo no colo, feito um bebe. Coloco ela no colchão (que está quase desaparecendo de tanto que ela come a espuma de dentro), fico um pouco ali até o Verme (nosso gato) terminar de comer, encho ela de beijos e entro. Se ela sai da cama ou não, eu não sei, só sei que raras foram as vezes que ela chorou na porta querendo entrar. Ufa.. Que alívio!

Outro grande problema envolvendo a monstrenga é o fato de que ela não aprendeu sobre circunstância alguma a fazer suas necessidades no lugar certo. O quintal inteiro pra ela é um enorme banheiro. Onde você olha tem xixi ou coco da Mussarela, e desde que ela chegou em casa, tenho que lavar o quintal inteiro todo santo dia.
Mas não acaba por ai. Ela já destruiu incontáveis pares de chinelo, todo o carpete da volta da escada e la de cima também (ja colei umas mil vezes cada pedaço de carpete), comeu uma parte do sofá, cadeiras, bancos, meias, jornais, enfeites da estante, porta, cds, dvds .. .. …… Ou seja, Quem ler ou assistir sobre ‘Marley e Eu’, pense na Mussarela pois é praticamente a mesma coisa. E tem ainda a perseguição diaria e continua ao pobre gato. Se ela não está dormindo ou destruindo algo, ela está em cima do gato. Onde o Verme está, a Mussa está também. Morde, bate, late, grita, chora, e os dois vão se entendendo ou não dessa forma. Mas tudo entre eles vira brincadeira, por mais agressivo que tudo pareça ser. Quando ela dorme, ele lambe ela inteirinha, e uando ele não da bola pra ela, ela implora por lambidas.. Lá no fundo, eles se amam, e acredito que não conseguiriam mais viver um sem o outro…

Mas não se iludam que tudo isso foi quando ela era um filhotezinho, não. Até hoje ela estraga o que puder, e nada adianta para consertar isso. Ela destroi e nós arrumamos quando da pra arrumar, do contrario, nos acostumamos com o fato.

Mas se ela é uma mostra destruidora, parente de algum ser diabolico, ela tem uma doçura sem igual. Independente de qualquer coisa que ela faça, boa ou ruim, é ela olhar pra gente com aquele olhar de ‘gatinho do Sherek’ que fica impossível não se derreter. Ela é dengosa, amorosa, companheira e inteligente demais.

Parece um chicletezinho colado no pé, uma sombra, o chulé daquele tênis velho que não sai de jeito nenhum. Onde estou, ela está comigo, e dizem que se me ausento por muito tempo, ela fica toda borocoxo deitada no sofá olhando pra porta até que eu volte.
Por mais raiva que ela causa em mim por tantas vezes, ela é o grande amor da minha vida e sem dúvida minha vida não seria tão grandiosa sem a presença dela. Na real, nem consigo lembrar como eram meus dias antes dela aparecer pra mim. A Mussa é o presentinho especial que Deus me enviou na hora certa pra me tornar mais feliz, mais amada, mais realizada. Não há maior prazer no mundo que colocá-la pra dormir todas as noites e sentir aquele calor, o cheirinho dela perto de mim, me olhando como se fosse o ser mais feliz do mundo.

Por isso eu deixo uma dica: Quer ser mais feliz? Adote um cãozinho e se permita receber todo o amor que eles podem oferecer..

Amo minha Mussa, e quem a conhece sabe o quanto ela é especial… Ou talvez não saibam, não. Só eu sei o quanto ela é ESPECIAL!!!
 

MussaCom 2 meses!

MussaCom 6 meses!

Eu e MussaAmor da minha vida!!

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