Archive for novembro, 2009

Ele…

Ele me agrada de tantas formas, maneiras, estilos e posições, que fica difícil não soltar um sorriso bobo nos lábios quando penso nele. Eu poderia ficar olhando pra ele durante todo o meu dia, sem nem ver a hora passar, sem nem me importar em não fazer mais nada, além de ficar ali, olhando-o.
Quando ele passa por mim, sinto que cada pelo do meu corpo se arrepia e a mente instantaneamente pensa mil bobagens-boas. Quando ele fala comigo, me sinto mais mole, me sinto mais besta, me sinto mais feliz.
Ele tem um olhar tão profundo que me penetra, que me enfeitiça, me paralisa. Suas mãos são capazes de me levar ao delírio, seus dedos tão bem desenhados, tão bem alinhados, tão bem-capazes de ir alem, de ir até. Seu cabelo tão lisinho, seu sorriso tão maroto, tão menino, tão sedutor. O seu corpo todo, feito brinquedo, me fazendo parecer uma criança doida pra brincar ali, brincar de tudo, brincar em tudo, explorar cada parte daquele pedacinho de felicidade.
Ele me faz sentir mulher, me faz sentir orgulho em ser mulher, em saber ser mulher, em querer ser mulher.
Quando comigo ele está, nem o tempo, nem nada ao redor faz sentido ou tem importância. Ele é minha figura que nunca se alterna com o fundo. Ele me ocupa todo o foco, toda a gana, toda a fome, toda a cama.
Ele me faz querer gritar pro mundo todo o quanto é bom amar.

É ele que me completa, me satisfaz, me faz sentir viva, me faz querer mais, ser melhor. É ele que me faz suspirar sem grandes motivos, a não ser pelo fato dele ser ele. Ele é o que faz minha vida ser mais colorida, ele que me faz transpirar emoção por todos os meus poros e todos os meus risos. É só ele a quem eu quero todo o bem do mundo. São só os beijos dele que surtem esse efeito de droga alucinógena, me fazendo imaginar coisas, sentir coisas.. Meu primeiro e último pensamento do dia..

Ele é meu homem, e pra sempre será.. Essa é minha certeza, ele é meu final feliz!!!

Comments (2) »

Ela…

Ela é a típica menina sonhadora-sensata. Ama descontroladamente, mas pondera cada sentimento com toda a força que pode. Ela sabe que nem tudo são flores, mas tenta a qualquer custo cultivar seu próprio jardim.
Há tempos, ela se apaixonou pelo Moço-Bonito, de cabelos lisinhos e sorriso maroto. Um menino de pele branquinha, de olhos profundos, de jeito meigo e ao mesmo tempo firme, forte, intenso.
Quando esse sentimento começou, ela se perdeu loucamente, pois jamais havia pensando em sentir tudo aquilo. Ela levou tempo para se acostumar, e para entender o que aquele turbilhão de sentimentos significava. Quando ela conseguiu assimilar tudo, borboletas, mariposas, passarinhos e afins voavam pelo seu estômago. As noites se faziam mais longas, ela mal conseguia dormir, imaginando mil coisas, idealizando mil encontros, desejando freneticamente cada pedacinho do corpo, da alma, da essência dele. Nunca havia sentido aquilo antes.
Ela não sabe o que fazer, o que falar, como agir. Não sabe se toma alguma iniciativa ou se fica quietinha, na dela, e espera o tempo dizer a coisa certa a se fazer. Ela quer agir, ela quer gritar pro mundo todo o quanto ama o Moço-Bonito, mas se cala. Se cala por medo, por insegurança, talvez.
O desejo dela é correr o risco, se arriscar, chegar junto. O desejo dela é viver uma linda historia de amor, um belo conto de fadas. O desejo dela é estar nos braços dele, sentir o seu calor, a sua transpiração. Ela quer dormir encostada em seu peito, passar a noite toda conversando, sentindo sua respiração de perto, lhe fazer um carinho inesperado. Ela quer um amigo-homem. Um amigo pra confidenciar todo e qualquer segredo, pra deitar no colo e não sentir medo do mundo.. E ela quer um homem para poder ser a mulher que verdadeiramente é. Essa é a única certeza que não amedronta. Ela o quer. Ela o deseja. Ela sabe o quê e como fazer, só não sabe se pode.

Leave a comment »

Esse tal sentimento…

Sabe, eu tentei durante todo esse tempo seguir minha vida e, definitivamente deixar de lado todo esse sentimento que explode no meu peito. Desde o inicio eu sabia que não conseguiria esquecer você, esquecer esse amor, mas tentei, com todas as forças que existem em mim, deixar isso guardado em um cantinho isolado do meu peito, e tentar, de qualquer maneira, viver sem você. E quando todos me diziam que com o tempo isso tudo passaria, eu tentei acreditar, mas hoje vejo que tudo isso é uma grande mentira. O tempo continua passando e aqui dentro, o cantinho isolado do meu peito que reservei pra te guardar, continua ganhando espaço e invadindo todos os outros cantos do meu peito, me sufocando, me entristecendo, me enlouquecendo de um jeito inexplicável.

Eu não quero te esquecer, e nem esquecer nossa historia, mas por um minuto apenas, gostaria que esse sentimento não ocupasse tanto espaço em mim, que não invadisse todos os meus cantos, e transpirasse por todos os meus poros. Eu queria por um minuto, não sentir essa tristeza, essa falta tão imensurável que você me causa.

Eu detesto o fato de desejar um abraço seu e não conseguir nem ao menos chegar perto de ti. Eu odeio lembrar do seu olhar e não poder olhá-lo de perto. Eu realmente odeio essa saudade que ficou. E segundo o que li em algum lugar, ‘saudade é o amor que fica’, e é ridículo a quantidade de amor que ficou em mim.
Se eu pudesse encontrar um meio de te trancar em um canto qualquer da minha mente, e te fazer não vir à tona cada vez que aquela música toca, cada vez que eu vejo aquela foto, cada vez que eu respiro… seria mais fácil viver.

Por que será que o Amor tem dessas coisas?? Por que tem que ser assim tão injusto? Por que sofrer por amor? Isso parece tão.. sei lá, tão o oposto do que deveria realmente ser. Não deveria ser permitido amar sozinho. Não deveria ser permitido derramar uma lágrima sequer por um amor não correspondido.
Não é desumano demais desejar uma pessoa do seu lado, um abraço, um beijo, sentir o cheiro, pegar na mão, olhar nos olhos, de alguém que ta tão distante? De alguém que nem sequer pensa em você? De alguém que simplesmente não se importa?… Não acho que isso seja justo.

Eu não sei. Não sei de muita coisa que gostaria de saber. Sinto muita coisa que não gostaria de sentir nessa circunstância, sozinha. É um sentimento tão amedrontador, um vazio tão imenso.. É uma dor tão profunda, que chega a ser surreal que isso possa realmente existir. Às vezes penso que é um castigo dos céus isso tudo. Por toda minha vida sempre achei ridículo quem se dizia sofrer por amor. Sempre achei que nunca iria me apaixonar perdidamente por um homem, que isso era exagero, besteira.. O que posso dizer? Bem feito pra mim, né? Bem feito..

Fico me perguntando se um dia eu vou conseguir sentir toda aquela felicidade outra vez. Será que um dia um novo amor chega? Será que um amor antigo um dia desaparece de verdade? Será que beijos e carinhos voltam a ser mais que simples beijos e carinhos, voltam a ter paixão? Será??? SERÁ?

No meio dessas dúvidas todas, misturadas com toda essa dor, a única coisa que realmente sei é que “o amor só é bom quando é pra dois”, do contrario, melhor mesmo é não amar.

***

Segue a letra e o vídeo da nova música do Dan Torres. Ele, que incrivelmente escreve e canta as trilhas sonoras da minha vida. Primeiro com ‘Esse Amor’ e agora com ‘Uma noite só’.. São meus sentimentos, minha história de amor contada e cantada por ele..

Uma Noite So (Dan Torres)
Composição: Dan Torres

Não quero mais o amanhecer
Acordar essa dor sem você do meu lado
Tem tanto que me faz te ver
E lembrar que agora eu to só

Alguém apagou a chama
E sem a luz, a noite me devora
Tem espaço demais na cama
Fecho os olhos e tento te encontrar

Por uma noite só
Eu quero tanto te lembrar
E me perder de novo
Mais uma vez no teu olhar
Por uma noite só
Voltar o tempo pra sentir
Você aqui

Não quero mais o amanhecer
Ver o dia chegar sem você do meu lado
Ouvir a sua voz chamar
E lembrar que agora eu to só

Dizem que com o tempo
Tudo passa e a vida se acerta
Mas eu não to vendo nada
Tempo passa e só quero te encontrar

E eu não quero mais chorar
Vou pra onde for
Pra ter você perto de mim
Eu não consigo te deixar
Eu não sei viver assim

Vídeo por Denise

 

 

 

 

 

Comments (5) »